Publicado 24 de Março de 2015 - 5h00

Maria de Fátima

rac

Maria de Fátima

O dia 22 de março é o Dia Mundial da Água. Nesta ocasião muito se falou, em todo o mundo, da importância deste bem natural para a vida em nosso planeta.

Apenas um por cento da água existente na Terra é potável e mesmo assim, a falta de respeito por ela é gritante.

O desperdício desta preciosidade está presente na maioria dos países e em muitos deles, já se começou a constatação de que esta atitude levará ao colapso da vida.

Alertas são dados, em muitos segmentos sociais a respeito dos perigos para a nossa sobrevivência sem ela.

 

Os governantes, salvo exceções, deveriam impulsionar políticas públicas de preservação da água, mas ao contrário, contribuem para que seja jogada fora, contaminada e má utilizada.

 

Um dos piores horrores que países como o nosso pode fazer é jogar o esgoto, sem tratamento, nos rios. Ele mata este tesouro. Quem faz isto, age sem nenhum escrúpulo, e, em geral, é exatamente aquele que deveria protegê-lo – o governante.

 

A contaminação dos rios provoca doenças e a morte de pessoas e animais. Os peixes são afetados e grande parte daqueles que consumimos em nossa alimentação, está impróprio para o consumo.

 

O Brasil precisa mudar este costume subdesenvolvido e absurdo de deixar que esgoto, produtos químicos e tantos outros dejetos matem os nossos rios.

 

A morte do rio pode levar consigo aqueles que dele precisam e sem dúvida, somos todos nós.