Publicado 27 de Fevereiro de 2015 - 21h04

Por Carlos Augusto Rodrigues da Silva

Carlos Rodrigues

Da Agência Anhanguera

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Jogo em casa, valendo a reabilitação e contra um time que ocupa a zona de rebaixamento. Em condições normais o resultado positivo já seria necessário, mas tais fatores pressionam e obrigam o Guarani a derrotar o Grêmio Catanduvense, hoje, às 16h, no Brinco de Ouro, em partida válida pela 7ª rodada da Série A2 do Campeonato Paulista. Depois de um início avassalador, o Bugre já amarga um jejum três partidas sem vitória e sabe que um novo tropeço vai complicar ainda mais a vida do time e gerar uma turbulência não esperada antes do torneio.

Com 10 pontos, o alviverde também precisa fazer o dever de casa para manter proximidade com o G4. Por isso, perder pontos é algo inimaginável. “Nós temos uma responsabilidade muito grande em conseguir essa vitória. Espero que os jogadores entendam o momento que estamos vivendo e saibam que precisamos do resultado. Não podemos correr o risco de perder os três pontos”, orienta o técnico Marcelo Veiga.

As circunstâncias da partida e a possibilidade de contar com a volta de alguns atletas farão com que a equipe tenha novas alterações. São três novidades. Watson assume lugar na lateral-direita na vaga de Coppetti, Éder Silva retorna de suspensão no meio e substitui Thiago Carpini, enquanto Thiago Cristian ganha oportunidade no lugar de Fernandinho na armação. Com as mudanças, Veiga espera evolução. “Cada jogo é uma história e temos que procurar melhorar a cada partida. Precisamos ser o mais simples possível e usar a inteligência para alcançar o resultado”, afirma o treinador.

A simplicidade pedida pelo treinador tem muito a ver com o poder de decisão do time. Durante a semana, o comandante insistiu nos trabalhos de finalização e destacou a importância insistir na definição das jogadas “Ás vezes temos uma ou duas chances e eles procuram servir o companheiro e deixam de executar a oportunidade. Em um jogo difícil, temos que minar o adversário e, para isso, precisarmos arriscar a todo custo”, observa.

Aproveitar a fragilidade do adversário também é fundamental. Apesar de todos pregarem respeito, o fato do Catanduvense não ter vencido nenhuma vez – são três empates e três derrotas – corroboram a necessidade. “Jogar contra equipes que estão lutando para deixar a parte de baixo da tabela é sempre difícil, mas não podemos mais bobear. Temos que voltar a vencer para subir na tabela”, alerta o atacante Nunes. “O jogo é em casa e a obrigação de ganhar é toda nossa. Se queremos estar na parte de cima, precisamos fazer o resultado”, completa Thiago Cristian.

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Carlos Augusto Rodrigues da Silva