Publicado 27 de Fevereiro de 2015 - 17h42

Por Bruno Bacchetti

Bruno Bacchetti

DA AGÊNCIA ANHANGUERA

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Fotos: Edu Fortes (26/02)

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da queda de um garoto de 10 anos do décimo andar de um prédio residencial, localizado no Jardim Paineiras, em Campinas. O caso ocorreu na tarde da última quinta-feira e foi registrado no 4º Distrito Policial. A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), que também apura ocorrências com crianças e adolescentes, ficará responsável pela investigação. Ainda não há confirmação sobre novos depoimentos e a Polícia aguarda a alta hospitalar para ouvir o garoto. O menino segue internado no Hospital das Clínicas (HC) da Unicamp e seu estado de saúde é estável, mas sem previsão de alta.

Segundo o relato da empregada doméstica da família da vítima à Polícia Militar (PM), a criança havia voltado da escola uma hora mais cedo, às 15h, e teria pulado da janela da área de serviço enquanto ela fazia faxina na cobertura. O menino caiu sobre o telhado do estacionamento, que teria amortecido a queda e foi socorrido consciente pelo resgate do Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Hospital de Clínicas da Unicamp pelo helicóptero Águia.

Ele sofreu uma fratura no quadril e ferimentos leves, mas o estado de saúde é estável. De acordo com o HC, o garoto teve uma fratura no quadril e pequenos ferimentos. Ele passou por uma série de exames, mas nenhum apontou alguma lesão mais grave. No entanto, o menino deve permanecer entubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pelo menos até hoje por precaução. Existe a possibilidade do garoto ser transferido para um hospital particular.

O estudante Gustavo Gatti, 16 anos, que mora no prédio e costuma nadar com a vítima e o irmão caçula, foi um dos primeiros a ver o menino caído. Apesar de ter sido socorrido consciente, o garoto não soube explicar as razões de sua queda à Polícia. De acordo com a PM, todas as janelas do apartamento têm rede de proteção e todo o local passou por perícia pouco depois da queda.

A família é argentina e mora no condomínio há cerca de dois meses. No momento do acidente, a mãe do garoto estava viajando, o pai no trabalho e o filho caçula na escola.

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Bruno Bacchetti