Publicado 25 de Fevereiro de 2015 - 19h05

Um encontro inusitado em fevereiro de 1922: Macunaíma, Piolim, Mário e Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Noel Rosa, Menotti Picchia e outros grandes nomes da cena artística brasileira se reúnem em frente do Teatro Municipal de São Paulo para acompanhar o começo da Semana de Arte Moderna de 1922. Esse é o ponto de partida da peça Eternos Modernos, uma pequena fantasia sobre o modernismo, que volta em cartaz hoje, em única apresentação, ao Teatro Municipal José de Castro Mendes. Com texto e direção de Sara Lopes, que também atua na peça, o espetáculo tem no elenco outros nomes conhecidos do meio teatral campineiro como Fernando Andrade, Hélcio Henriques, Stella Vilela, Joel Barboza, Sérgio Vergílio e Ramiro Lopes, com acompanhamento musical de Doc Miranda e produção do Grupo Rotunda. Numa colagem com textos, música e poesia, a montagem faz uma viagem pelas primeiras décadas do século 20 e mostra o confronto entre os modernistas e os artistas conservadores. A peça Eternos Modernos será apresentada hoje, às 21h, e o Teatro Castro Mendes está localizado na Praça Corrêa de Lemos, s/n, Vila Industrial, Campinas, fone: 3272-9359). Os ingressos custam R$ 20,00. (Delma Medeiros/Da Agência Anhanguera)