Publicado 26 de Fevereiro de 2015 - 20h52

Por Agência Estado

A paralisação é vista no Planalto como mais uma agenda negativa quando o governo tenta sair da crise política

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A paralisação é vista no Planalto como mais uma agenda negativa quando o governo tenta sair da crise política

Apesar do prosseguimento dos bloqueios em rodovias de todo o País, depois de um acordo ser assinado entre governo e caminhoneiros pelo fim do protesto dos trabalhadores, a assessoria da Secretaria-Geral da Presidência da República informou na noite desta quinta-feira (26), que o Palácio do Planalto não trabalha com uma nova proposta e que a expectativa é que o movimento se dissipe ao longo dos próximos dias.

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, havia prometido falar com a imprensa nesta quinta-feira, às 18h. A Secretaria-Geral, no entanto, só se manifestou por meio de sua assessoria.

Assinado por Rossetto, pelo ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, e 11 representantes de trabalhadores, o acordo fechado garante sanção integral da Lei do Caminhoneiro e carência de um ano para pagamento das parcelas de financiamento de caminhões pelo Finame e Pró-Caminhoneiro.

O acordo também prevê elaboração de tabela referencial de frete por entidades representativas de caminhoneiros, transportadoras e embarcadores com mediação do Ministério dos Transportes e ausência de aumento de diesel para caminhoneiros por seis meses.

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