Publicado 27 de Fevereiro de 2015 - 8h37

Mais de 25.500 egípcios fugiram do conflito na Líbia para retornar a seu país desde o anúncio, em 15 de fevereiro, da decapitação de 21 cristãos coptas pelo grupo Estado Islâmico (EI), informaram as autoridades egípcias.

O Egito recomendou que seus cidadãos abandonem o país vizinho, depois que o braço líbio do EI executou 21 cristãos coptas, em sua maioria egípcios.

A aviação egípcia respondeu ao massacre com bombardeios contra posições jihadistas na Líbia e pediu uma intervenção militar internacional.

A Líbia, em pleno caos desde o fim do regime de Muamar Khadafi em 2011, tem dois Parlamentos e dois governos rivais.

Um deles é próximo à coalizão de milícias Fajr Libya, que controla a capital Trípoli, e outro é reconhecido pela comunidade internacional e tem sede em Tobruk (leste).