Publicado 13 de Outubro de 2014 - 5h30

Confirmado como novo presidente do[/TEXTO] Guarani no último sábado, Horley Senna inicia efetivamente nesta semana a busca por patrocinadores que possam trazer receitas para o clube no próximo ano. Além da Magnum, que deverá continuar investindo no futebol bugrino, o dirigente afirmou que já tem outros negócios engatilhados. O objetivo é evitar o atraso no pagamento de salários do elenco, comissão técnica e funcionários, problemas que atormentaram o clube nas últimas temporadas.

"Com a saída do Álvaro a Magnum veio com o aporte financeiro e nos ajudou. E mesmo assim demos continuidade e fomos buscar parceiros para tentar desafogar essa situação financeira do Guarani. Temos uma reunião logo na terça-feira em Barueri, com um empresário do segmento de alimentos, que não posso dar o nome porque ainda vamos conversar", contou Horley.

Segundo ele, o empresário Edison Torres, ex-dirigente do Guarani, também se comprometeu a ajudar o Bugre no primeiro semestre de 2015. "O Edinho Torres, que já ajudou muito o Guarani e está sempre presente colaborando, se comprometeu para que na Série A2 venha um patrocínio por parte dele", completou.

Paralelamente às negociações de investidores que possam trazer receita para o Guarani, o novo presidente também começa a reestruturar o departamento de futebol. Lucas Andrino, representante da Magnum e que auxiliou o Bugre na reta final da Série C, será oficializado como homem-forte do futebol.

A permanência do técnico Marcelo Veiga também está na pauta e é dada como praticamente certa. "Vamos nos reunir assim que eu registrar a ata de posse. É unânime, todos querem que ele permaneça. O Lucas Andrino vai ser nosso superintendente e vamos torcer para que tudo dê certo", projetou.

Quanto aos jogadores, a perspectiva é pela permanência de um número mínimo. Do elenco, apenas seis possuem vínculo no ano que vem: o goleiro Pegorari, o zagueiro Anderson, o volante Simião, o atacante Léo, o lateral-direito Watson e o meia João Vittor.