Publicado 12 de Outubro de 2014 - 14h15

Mesmo como o intenso calor da manhã, as pessoas não desanimaram a seguir com a procissão

Dominique Torquato/ AAN

Mesmo como o intenso calor da manhã, as pessoas não desanimaram a seguir com a procissão

A celebração do Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, reuniu neste domingo (12) aproximadamente três mil fieis no Ginásio do Guarani, no Jardim Proença, onde a missa foi presidida pelo arcebispo metropolitano Dom Airton José dos Santos e contou com a presença do arcebispo emérito Gilberto Pereira Lopes. A cerimônia começou às 9h e às 10h30 iniciou-se a procissão até a Igreja Nossa Senhora Aparecida, no bairro Proença.

Mesmo como o intenso calor da manhã, as pessoas não desanimaram a seguir com a procissãoNa homilia proferida por Dom Airton, o sacerdote ressaltou a importância de celebrar o Dia das Crianças. "A sociedade existe para o ser humano, por isso devemos esforçar em valorizar nossas crianças que serão futuros adultos" , disse. Ao referir-se ao evangelho do dias, citou Adão e Eva. "Adão e Eva foram refeitos. A nova Eva é Maria Santíssima e o novo Adão é Jesus Cristo. Nossa Senhora é a mãe de Deus e nossa mãe, aquela que olhou por Deus e os ensina a entender o mandamento do senhor" , explica. Apesar do segundo turno eleitoral, não foi mencionado, em momento algum, a questão política durante a celebração.

Um dos pontos altos da missa foi quando Dom Gilberto falou para os fieis. "Quem não tem Maria por mãe, não tem a Deus por ai. A devoção a Nossa Senhora é um elemento qualificador da genuína fé cristã" , disse, brevemente, sendo agraciado pelo aplaudo dos presentes. Neste sentido, o padre João Augusto Piazza, pároco da Nossa Senhora Aparecida e coordenador da celebração em Campinas, frisou a gratidão. "Este domingo é o dia de gratidão por tantas graças, os benefícios que ocorrem todos os dias e o dia todo. Poder expressar na alegria da festa, das flores e do encantamento."

Mesmo como o intenso calor da manhã, as pessoas não desanimaram a seguir com a procissãoMesmo como o intenso calor da manhã, as pessoas não desanimaram a seguir com a procissão. "Tem que ir até o fim, terminar. Participo todos os anos porque é o dia que agradeço a minha santa, a quem sou devota" , disse a dona de casa Olinda Luís, de 54 anos. E há também aqueles que prolongo os trabalhos, e a celebração, a auxiliar de escritório Maria Antônia Fernandes Moreno. "Trabalhamos o final da semana toda a minha paróquia. Um esforço que vale a pena, pois é a graça a Nossa Senhora" , conta ela, que seguia para a caminhada ao lado do marido, o aposentado Cláudio Moreno, de 54 anos.

Em cada uma das cidades que fazem parte da Arquidiocese de Campinas houve programação especial para celebrar a Festa da Padroeira. Como a data caiu no domingo este ano, o padre João Augusto Piazza, pároco da Nossa Senhora Aparecida e coordenador da celebração em Campinas, explica que todas as paróquias e comunidades continuaram com missas normais no domingo.