Publicado 12 de Outubro de 2014 - 5h31

Aécio Neves está à frente de Dilma Rousseff, no segundo turno da eleição presidencial. Meros 2%, um quase nada a respeito de uma certeza nacional. O fato é que o Brasil está dividido: Dilma acusa a “elite” de provocar a pobreza do país e Aécio propõe a união de todos os brasileiros para o resgate da cidadania.

 

A mentira está na língua da Dilma, que pegou um país seguro economicamente desde a era Lulla e o enfiou no buraco institucional da incompetência. Isso não quer dizer que Lulla foi o grande timoneiro do país, pois governou em águas mansas até a quebradeira internacional, o que ocorreu em 2008, e dele se esperava uma reserva política de competência administrativa para preparar a nação para enfrentar uma “marola” de dificuldades econômicas. E Lulla foi apenas um síndico brutamontes para barrar qualquer crítica à sua ausência de projetos para se antever o tsunami econômico internacional. E eis aí a inflação, o crescimento nanico do PIB, o desemprego batendo na porta de oito milhões de jovens trabalhadores, sem contar com a baixa estima de dezenas de milhões de brasileiros que dependem de umas merrecas de 200 reais de um tal bolsa família — a maioria inadimplente e dividida entre a mínima sobrevivência e um futuro que não existe por conta do assistencialismo do programa populista.

 

Dilma Rousseff, a garota propaganda do lullopetismo, aterroriza os miseráveis do país quando afirma que Aécio Neves representa o fim do programa Bolsa Família e, portanto, do seu mínimo sustento. Digo por dizer, pois bem sei que o raro leitor já sabe que Aécio Neves protocolou um projeto de lei que determina que o Bolsa Família deverá ser um direito e, portanto, não um joguete social na mão do governo de plantão. O projeto está tramitando na Câmara Federal.

Aécio está crescendo nas pesquisas e Lulla da Silva afirmou estar de “saco cheio” com as denúncias que envolvem o PT e seus aliados (PMDB e PP) em maracutaias na Petrobras. E eu digo: O petróleo é nosso!, Viva a Petrobras!, Viva Getúlio!, Viva o Chico Barrigudo! E no governo Dilma Rousseff a Petrobras perdeu cerca de R$ 130 bilhões!, no seu valor de mercado.

Não falo por gosto — ou, melhor, por desgosto. Mas pelos fatos: o ex-diretor Paulo Roberto Costa, nomeado por Lulla, e o doleiro Alberto Yousseff, ambos confessando segundo os ritos necessários previstos em delação premiada, que PT, PMDB e PT dividiam propinas pagas por empreiteiras encarregadas de obras contratadas pela Petrobras.

Lulla está com o “saco cheio”, disse ele, a respeito das denúncias. E o povo brasileiro parece que está tomando consciência que Lulla e Dilma é o casal político que só procria escândalos políticos e inspira, por impunidade visceral, um sem-número de quadrilhas de corruptos a assaltar os cofres públicos, ou por falta de vontade política, por omissão partidária, ou simplesmente por achar e considerar que todo e qualquer brasileiro, investido de tal poder, faria o mesmo: roubar até não mais poder o sonho e o bolso de cada cidadão brasileiro.

A Petrobras foi privatizada pelo petismo. Cerca de 10 bilhões de reais dela foram desviados por Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff, ambos “apadrinhados” pelo PT de Dilma Rousseff e Lulla da Silva. Ninguém sabe de nada. Dez bilhões de reais somem da Petrobras e ninguém sabe de nada. A empresa valia 350 bilhões e hoje está reduzida a 130 bilhões de reais. É dinheiro do povo brasileiro, do nosso bolso, dos nossos dias que trabalhamos para manter o país andando, cuidando de nossos afazeres cotidianos e, sobretudo, dar condições sociais para que os herdeiros da miséria brasileira possam realmente se aprimorar profissionalmente e, assim, tomar as rédeas do seu futuro, sem depender do neopopulismo petista que lhe põe grilhões metafóricos em seus anseios por melhores dias.

Tancredo Neves propôs um pacto político, em 1984, para retornar o Brasil à democracia. O corrupto Paulo Maluf foi contra. O PT foi contra. E Lulla e Maluf se tornaram aliados anos depois. E o PT é o novo coronel nordestino. Ou seja: voltamos à estaca zero da República. Eu topo recomeçar. Mais uma vez.

Bom dia.