Publicado 14 de Outubro de 2014 - 11h58

Por Ana Cristina Andrade

Policial segura a barra de ferro e a faca, utilizados durante a briga que resultou na morte do pedreiro

Piracicaba em Alerta/ Divulgação

Policial segura a barra de ferro e a faca, utilizados durante a briga que resultou na morte do pedreiro

O pedreiro Renaldo Manoel dos Santos, 33, foi assassinado na tarde de domingo (12), após discutir com o cunhado Cícero Manoel Rodrigues, 35, sendo que o motivo seria desavença familiar e ingestão de bebida alcoólica por parte da vítima. O crime aconteceu à rua Professora Josefina Sakur Sacks, no bairro Água Branca, em Piracicaba.

Santos, que levou uma facada na barriga, chegando a aparecer as vísceras, chegou a ser socorrido ao Pronto-Socorro do Piracicamirim, de onde seria transferido para a Santa Casa para cirurgia, mas não deu tempo. A irmã de Santos, que é mulher de Rodrigues, contou na polícia que os dois sempre tiveram um bom relacionamento e sempre foram trabalhadores. Porém, no domingo, durante comemoração do Dia das Crianças, ocasião em que houve uma festa na casa, os dois se desentenderam porque Santos teria implicado com o namorado da sobrinha e queria expulsar o rapaz da festa.

Rodrigues teria interferido e logo entrado na residência dizendo que queria evitar confusão. Do lado de fora, segundo ele e outras pessoas que estavam na casa, Santos o ameaçava de morte e gritava para que ele saísse na rua.

Foi quando, segundo ele, Santos entrou na residência e o atingiu com uma barra de ferro na cabeça. Para se defender, segundo relataram familiares dos dois, Rodrigues atingiu o cunhado com uma facada na barriga. A faca é de lâmina grande.

Rodrigues foi medicado no ronto-socorro, local em que recebeu a voz de prisão. Os guardas civis Valverde, Jesus e J. Souza foram até a casa da família, no início da noite, apreenderam a faca e a barra de ferro.

Renaldo Santos teve o corpo trasladado, de avião, até Maceió (AL) e de lá foi levado para Tacaratu, no Pernambuco, sendo sepultado ontem à tarde. O cunhado, quando recebesse alta, ia para a cadeia.

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Ana Cristina Andrade