Publicado 14 de Outubro de 2014 - 17h47

Por Agência Estado

O atacante argentino Mouche acredita que o Santos estará desgastado fisicamente para encarar o Verdão

Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

O atacante argentino Mouche acredita que o Santos estará desgastado fisicamente para encarar o Verdão

Empolgado com as três vitórias consecutivas no Campeonato Brasileiro, o Palmeiras tem pela frente um clássico com o Santos, domingo (19), no Pacaembu, e conta com a semana livre para se preparar para o jogo. Enquanto isso, o time santista precisa enfrentar o Botafogo, quinta-feira (16), também no Pacaembu, pela Copa do Brasil. Por causa disso, o atacante Mouche acredita que o adversário vai a campo mais cansado no domingo.

"Eles vão jogar essa semana e deverão vir mais cansados contra a gente. Vamos poder trabalhar tranquilo, juntar energia e chegar bem fisicamente e psicologicamente para o clássico", disse o atacante argentino, autor de um gol na vitória por 2 a 1 sobre o Grêmio, no último sábado (11).

O argentino ressalta a importância de o Palmeiras vir de três vitórias consecutivas (além do jogo contra o Grêmio, venceu Botafogo e Chapecoense) e assegura que o clima entre os atletas continua bom, como sempre foi, segundo ele. "Penso que todas as semanas são tranquilas nesse grupo. A gente trabalha bem e tranquilo para dar o melhor no treinamento e nos jogos", explicou.

Após folgar no domingo (12) e na segunda-feira (13), o elenco do Palmeiras se reapresentou na tarde desta terça-feira (14) aos treinamentos, na Academia de Futebol.

 

ELEIÇÕES

 

Com a aprovação de duas das três chapas de candidatos à presidência do Palmeiras, começou oficialmente a disputa eleitoral do clube, com a votação marcada para o dia 29 de novembro. De um lado, está o atual presidente Paulo Nobre e do outro, Wlademir Pescarmona é quem tenta chegar ao poder. Os dois adotam posturas e táticas bem diferentes na luta para conquistar votos.

Paulo Nobre adota uma postura mais equilibrada e busca convencer os sócios a votarem nele tendo bons resultados no futebol, mas sem esquecer do clube. A ideia é que ele fique acompanhando mais de perto o futebol e deixe seus aliados buscando votos na área social. "Tenho uma equipe boa e competente, que me ajudou muito a chegar na primeira vitória. Tenho certeza que eles vão ter o mesmo carinho e cuidado enquanto eu estarei mais dedicado com o futebol, que é o que prende mais minhas atenções", explicou o dirigente.

Já Pescarmona aposta tudo no clube, já que essa será a primeira eleição em que os sócios terão direito a voto. "Eu acho que vai ser uma briga boa. Talvez eu leve um pouco de vantagem por estar todos os dias aqui (no clube). Não sei qual vai ser a estratégia dele (Paulo Nobre) a partir de agora. Vou usar a mesma estratégia de sempre: frequentar o clube todos os dias, em todos os departamentos, conversar com todo mundo e mostrar o que ficou faltando e o anseio do sócio. Eu sei quais as necessidades e esta linguagem eu tenho direto com o sócio", discursou o candidato.

Para Nobre, o fato dos votantes serem os sócios, algo inédito na história do clube, acaba deixando a disputa sem prognósticos. "É difícil responder agora o que fará diferença. Quem responde com propriedade, estará chutando. Alguns acham que o social será o mais importante enquanto outros falam que é o futebol. Eu prefiro trabalhar nos dois eixos e deixar o voto para o sócio escolher", explicou.

O outro candidato à presidência que não teve sua chapa aprovada, Luiz Carlos Granieri, ainda não se manifestou sobre quem deve apoiar na eleição. Ele tentou antes da disputa uma aproximação com Pescarmona, mas mostrou ter ideias muitos parecidas com as de Paulo Nobre.

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