Publicado 09 de Setembro de 2014 - 20h23

Por Paulo César Dutra Santana

Apesar do bom público presente no Majestoso em pleno final de tarde de um dia útil (4.579 pagantes), a sessão da tarde não agradou. Muitos tiveram que apressar a saída do trabalho e teve gente que “matou aula” na faculdade para ver a Macaca de perto. Os mais apaixonados, no entanto, não se importaram a novidade.

O casal Luís Gustavo Nogueira e Isabela Moura, por exemplo, perderam as últimas aulas do dia na faculdade de administração. “A gente estuda em período integral, mas queria ver o jogo. Acho que este horário é bom somente nos finais de semana”, disse Luís. “Não gostei”, simplificou Isabela.

Para Sergio Lucarelli Pereira e Regina Lucarelli, nada impede uma ida ao estádio que faz homenagem ao avô e patrono da Macaca, Moisés Lucarelli. “Para mim, não importa se é de tarde, de manhã ou a noite. Venho mesmo que estiver chovendo ou fazendo sol”, afirmou Sergio. “Acho melhor que seja no período da tarde porque podemos voltar mais cedo para casa”, completou Regina.

“Tive que prometer ao patrão que depois eu compenso com umas horas extras. O que não posso é deixar de ver a Macaquinha”, comentou o operador de máquinas, Luiz Santos Maria, que saiu de campo triste pela derrota do seu time de coração. (PS/AAN)

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Paulo César Dutra Santana