Publicado 09 de Setembro de 2014 - 19h48

Por Paulo César Dutra Santana

A Ponte Preta saiu de campo atordoada com o que se viu, ontem, no Majestoso. A virada de 4 a 3 nos minutos finais pegou a todos de surpresa, mas servirá de exemplo para que nunca mais se repita. Pelo menos, é o que pensa o treinador Guto Ferreira. “Não quero colocar desculpa em nada, até porque o placar já estava construído. Reconheço que erramos e isso machuca. Mas o torcedor pode manter a confiança porque vamos buscar o acesso”, afirmou.

O treinador explicou as alterações promovidas pouco antes da virada e destacou que a intenção era segurar a bola no ataque. Mas isso, admitiu, não deu certo. “O ofensivo não foi ruim, mas o defensivo não veio (para o jogo) e temos que ajustar. Fugiu do nosso controle. Vínhamos com uma campanha fantástica em casa, mas tomamos a virada em poucos minutos. Temos que corrigir”, garantiu.

O zagueiro Tiago Alves não soube explicar os motivos do apagão. “A gente também busca entender o que aconteceu em campo. Temos que ver onde falhamos e assumir os nossos erros. Não podemos perder em casa da forma que perdemos. E não podemos deixar um trabalho de seis meses cair por causa de cinco ou seis minutos”, assegurou.

O atacante Rafael Costa, que saiu de campo com suspeita de lesão no músculo posterior da coxa direita, está fora do jogo com o Luverdense. Saiu chorando, mas logo depois já mostrava confiança em uma breve recuperação. “Chorei porque passa um filme na cabeça. O medo era ficar um longo tempo sem jogar e não poder ajudar. Agora, vamos fazer os exames para saber a gravidade e ver quanto tempo vou ficar parado” disse. (PS/AAN)

Escrito por:

Paulo César Dutra Santana