Publicado 06 de Setembro de 2014 - 17h28

Por Bruno Bacchetti

O sentimento dos jogadores do Guarani na saída do gramado após o empate sem gols com o Guaratinguetá foi um misto de dever cumprido e frustração. Com uma atuação segura na defesa, o Bugre deu pouco espaço para o Guará e segurou o melhor ataque do Campeonato Brasileiro da Série C, com 23 gols. Por outro lado, o Bugre não aproveitou as oportunidades criadas no ataque e desperdiçou a chance de vencer a segunda seguida sob o comando do técnico Vágner Benazzi e se aproximar do G-4.

“Merecíamos a vitória. Tivemos uma bola na trave, e no primeiro tempo teve uma boa defesa do goleiro deles. A vitória seria mais justa”, lamentou o lateral-esquerdo Pedro Henrique.

Para o goleiro Wanderson, que praticamente não teve trabalho, apesar do Guaratinguetá ter ficado mais tempo com a bola nos pés, o Guarani foi superior e teve chances de sair de Barueri com os três pontos. “A gente esperava que no contra-ataque poderia matar. Criamos várias oportunidades. Mesmo eles tendo a posse de bola, quem criou chances foi a gente”, analisou. “Faltou um pouco de capricho e também de sorte na bola do Silas, que bateu na trave”, completou o camisa 1 bugrino.

O empate manteve o Guarani na oitava colocação, com 16 pontos, uma posição acima da zona de rebaixamento. O São Caetano tem 12 pontos e abre a zona da degola. Mas o Azulão enfrenta o vice-líder Madureira hoje, em casa, e se vencer encosta no Bugre. Apesar da situação incômoda, o zagueiro Jorge Luiz ainda acredita ser possível uma arrancada rumo à zona de classificação. “Fizemos uma boa partida. Agora é vencer em casa para encostar no G-4”, projeta.

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Bruno Bacchetti