Publicado 09 de Setembro de 2014 - 21h30

Por willians Menani

Penitenciária de Valparaíso

Divulgação

Penitenciária de Valparaíso

Uma explosão na quadra de esportes da penitenciária de Valparaíso (SP), na manhã desta terça-feira (09), deixou um agente penitenciário gravemente ferido. Uma explosão na quadra de esportes da penitenciária de Valparaíso, interior de São Paulo, na manhã desta terça-feira (09), deixou um agente penitenciário gravemente ferido. Paulo de Tarso Ferreira de Souza, de 48 anos, fazia uma revista no local, após denúncias de que havia droga escondida dentro da trave de um gol.

A explosão aconteceu no momento em que Souza tentava abrir a estrutura metálica com uma esmerilhadeira, equipamento utilizado para cortar metais. Uma faísca da máquina teria acionado a bomba feita à base de pólvora, pregos e parafusos. O agente foi atingido no rosto e na barriga. Ele foi socorrido imediatamente para a Santa Casa de Araçatuba.

Em nota, a assessoria de imprensa do hospital informou que o paciente deu entrada com evisceração (saída das vísceras por incisão) e passou por uma laparotomia (cirurgia para exploração do abdômen). O procedimento para a retirado de um fragmento metálico de aproximadamente quatro centímetros de comprimento, durou cerca de duas horas e meia.

Investigação

A polícia científica esteve na unidade prisional para realizar perícia nos quatro pavilhões, e o Grupo de Operações Táticas Especiais ( Gate) foi acionado para investigar se existe outros artefatos.

De acordo com o Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo (Sifuspesp), a penitenciária está paralisada e os banhos de sol foram suspensos.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) será aberta um sindicância para apurar o caso.Em sua página na internet, o Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de São Paulo (Sindasp), informou que a bomba teria entrado na penitenciária no final de semana do dia 16 e 17 de agosto, quando a revista íntima foi proibida pela Secretaria da Administração Penitenciária, por meio de um comunicado encaminhado aos coordenadores das unidades prisionais, ordenando que a revista íntima não fosse realizada .O comunicado gerou polêmica em todo o estado, uma vez que, nenhuma das unidades prisionais contam com detectores de metais, exigidos por pela Lei nº 15.552, que acaba com a revista íntima dos visitantes nas penitenciárias.

 de 48 anos, fazia uma revista no local, após denúncias de que havia droga escondida dentro da trave de um gol.

A explosão aconteceu no momento em que Souza tentava abrir a estrutura metálica com uma esmerilhadeira, equipamento utilizado para cortar metais. Uma faísca da máquina teria acionado a bomba feita à base de pólvora, pregos e parafusos. O agente foi atingido no rosto e na barriga. Ele foi socorrido imediatamente para a Santa Casa de Araçatuba.

 

Cirurgia

 

Em nota, a assessoria de imprensa do hospital informou que o paciente deu entrada com evisceração (saída das vísceras por incisão) e passou por uma laparotomia (cirurgia para exploração do abdômen). O procedimento para a retirado de um fragmento metálico de aproximadamente 4 centímetros de comprimento, durou cerca de duas horas e meia.

A polícia científica esteve na unidade prisional para realizar perícia nos quatro pavilhões, e o Grupo de Operações Táticas Especiais ( Gate) foi acionado para investigar se existe outros artefatos. De acordo com o Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo (Sifuspesp), a penitenciária está paralisada e os banhos de sol foram suspensos.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) será aberta um sindicância para apurar o caso. Em sua página na internet, o Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de São Paulo (Sindasp), informou que a bomba teria entrado na penitenciária no final de semana do dia 16 e 17 de agosto, quando a revista íntima foi proibida pela Secretaria da Administração Penitenciária, por meio de um comunicado encaminhado aos coordenadores das unidades prisionais, ordenando que a revista íntima não fosse realizada.

 

O comunicado gerou polêmica em todo o Estado, uma vez que, nenhuma das unidades prisionais contam com detectores de metais, exigidos por pela lei nº 15.552, que acaba com a revista íntima dos visitantes nas penitenciárias.

Escrito por:

willians Menani