Publicado 09 de Setembro de 2014 - 20h14

Por Renê Moreira

Guilherme Raymo Longo, padrasto de Joaquim Pontes Marques, é suspeito de ter matado o menino

Cedoc/RAC

Guilherme Raymo Longo, padrasto de Joaquim Pontes Marques, é suspeito de ter matado o menino

A Justiça rejeitou um novo pedido para libertar Guilherme Longo, principal suspeito pela morte do menino Joaquim no fim do ano passado em Ribeirão Preto (SP). Dessa vez, a decisão partiu do ministro Celso de Mello, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ele alegou entre outras coisas no despacho do processo nesta segunda-feira, 8, que já existem outros recursos em andamento no próprio STJ. Longo é padrasto de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, e está preso em Tremembé.

Ele é acusado de matar o garoto, que era diabético, com uma dose excessiva de insulina e jogar o corpo no rio. A mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Ponte, denunciada por ter sido omissa no trato com o filho, chegou a ser presa, mas aguarda o julgamento em liberdade.

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Renê Moreira