Publicado 09 de Setembro de 2014 - 17h14

Protesto, Câmara Municipal, Sorocaba, merendeiras, criação, CPI, ERJ Administração e Restaurantes de Empresas Ltda

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Protesto, Câmara Municipal, Sorocaba, merendeiras, criação, CPI, ERJ Administração e Restaurantes de Empresas Ltda

Em meio ao protesto de cerca de 300 merendeiras da ERJ Administração e Restaurantes de Empresas Ltda., que lotaram a galeria da Câmara de Sorocaba (SP) nesta terça-feira (9), o vereador Caldini Crespo (DEM) sugeriu e outros 12 parlamentares dos 20 existentes assinaram em apoio e assim foi criada a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Merenda. A comissão vai investigar como foi feito o contrato entre a Prefeitura e a empresa e as razões levaram ao protesto.

 

O contrato foi assinado há três anos na gestão anterior a atual. A empresa se recusa a comentar o protesto e a criação da CPI pelos vereadores. Representando o prefeito atual, Antônio Carlos Pannunzio (PSDB), o secretário de Governo e Segurança Comunitária, João Leandro da Costa Filho, foi à tribuna e disse que na atual gestão a Prefeitura cumpre regularmente com os pagamentos com a empresa.

Prefeitura paga em dia

 

“Na sexta-feira (5), pagamos mais de R$ 4 milhões para a ERJ, honrando nossos compromissos com uma semana de antecedência”, afirmou ele, o que gerou tumulto entre os vereadores e as merendeiras, que gritavam “Fora ERJ” e exibiam gestos de repúdio.

As funcionárias reclamavam dos atrasos nos pagamentos de salários, cesta básica, vale-transporte e recolhimento de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), entre outros encargos, e ainda das condições de trabalho, como a falta de produtos para a elaboração das refeições servidas nas escolas da cidade.