Publicado 09 de Setembro de 2014 - 11h19

Por Alenita Ramirez

De acordo com o prefeito Jonas, Uber é concorrência predatória com os táxi de Campinas

Diogo Zacarias

De acordo com o prefeito Jonas, Uber é concorrência predatória com os táxi de Campinas

Os taxistas de Campinas espalharam pelo WhatsApp uma gravação de um bandido que apavora os trabalhadores há pelo menos quatro anos na cidade e região.

 

O homem, bem aparentado, tem como tática pedir corrida para Hortolândia, mas quando chega na cidade, em um local qualquer, finge que já está onde quer e dá o bote. Ele anda sempre com uma faca, mas já fez vítimas com um revólver.

 

O bandido anda com uma sacola de plástico de supermercado, na cor cinza, onde fica a arma do crime embrulhada em uma camiseta.

Segundo um taxista que não quis ser identificado, o homem já roubou pelo menos 15 motoristas no mês passado em Campinas. Além de dinheiro, ele também leva o veículo e faz a desova no Jardim Rosolém.

 

“Fui neste bairro e moradores falam que a cada dois dias aparece um táxi largado no bairro”, contou um taxista que foi vítima do bandido na semana passada em Monte Mor.

 

 

O suspeito age em qualquer bairro de Campinas e até no Jardim Itatinga fez vítima. O filme começou ser divulgado semana passada e já foi compartilhado por dezenas de taxistas.

 

Na semana passada, o bandido foi a um ponto da Avenida Benjamin Constant pedir uma corrida para Hortolândia e foi reconhecido por um taxista que já tinha visto o vídeo.

 

“O taxista recusou a corrida e avisou os colegas. Ele percebeu e fugiu”, contou um taxista.

A ação do ladrão é conhecida por vários taxistas. Quando ele vê que em determinada cidade não dá mais negócio, procura outra na região.

 

Há quatro anos ele foi preso depois de roubar um taxista em Limeira, mas foi pego em Campinas quando fugia. Os profissionais acreditam que ele saiu recentemente da cadeia e por isso voltou a agir.

O homem é conhecido pelo porte físico forte, tatuagem de um arame farpado no braço direito, claro e corte de cabelo sempre baixinho. Ele age sozinho. 

Escrito por:

Alenita Ramirez