Publicado 01 de Maio de 2014 - 5h30

A popularidade da presidente Dilma Rousseff está caindo da árvore lullopetista como uma fruta podre. E os petistas se assanham: Volta, Lulla! E Lulla não vai voltar porque é um covarde político: ele sabe que a inflação voltou, que o desemprego voltou, que o dinheiro do bolsa família não paga a cachaça do patriarca; que a Polícia Federal está prendendo os corruptos da Petrobras, e, principalmente, que os seus aliados políticos já estão abandonando o PTitanic.

Lulla pode ser o mitômano que todos conhecem, mas, bobo e trouxa ele não é. Daí, em Portugal, em entrevista à Rede RPT ele afirmar que o mensalão nunca existiu e que o julgamento do Supremo Tribunal Federal foi “80% político e 20% jurídico”, dizendo assim como um pingaiada analisa futebol num boteco fuleiro, citando números que não existem e que ninguém jamais pesquisará porque não existem no mundo da lógica.

Lulla disse também que “o futuro irá recontar a história do mensalão” e metade dos eleitores brasileiros (mais de 40 milhões, devo salientar) sabe que faltou alguém para fazer companhia aos petistas corruptos que estão na Papuda: ele mesmo, Lulla da Silva, o principal beneficiado pelo maior escândalo de corrupção política desde a fundação da República; e assim ele se safa politicamente da tramoia, ou do truncho, como dizem os nossos sulistas extremos.

Petistas e esquerdistas gostam das tetas estatais e detestam os que denunciam essa prática nada republicana, patrimonialista e que rouba do pobre o remédio e os leitos hospitalares, a merenda das nossas crianças e o transporte decente dos nossos trabalhadores. Doze anos de lullopetismo e o Brasil cresceu como rabo de cachorro: para baixo. A Petrobras que valia 400 bilhões de dólares em 2002, quando Lulla foi eleito pela primeira vez, hoje está cotada em apenas 180 bilhões de dólares. A Petrobras está privatizada pelo lullopetismo e levará anos para se livrar dessa craca. Sem contar com a privatização petista que se deu nos biliardários fundos de pensão, como Previ, Petros e tantos outros similares.

Não tenho prazer nenhum em denunciar essas coisas. Tenho mais é asco e vergonha cívica dessa bandidagem que “privatizou” o Brasil para se perpetuar no poder, de um ex-presidente da república que achincalha o Poder Judiciário em terras estrangeiras, covarde político que é e sempre foi e será.

Vergonha, vergonha e vergonha.

E mais ainda por uma comissão formada por deputados petistas e aliados governistas que foram visitar José Dirceu na Penitenciária Papuda para aferir se o grande corrupto petista está sendo bem tratado, onde ele reside com um escritório na biblioteca da penitenciária e tem a sua alimentação preparada por escolhidos cozinheiros da cadeia. Asco.

No Brasil temos cerca de 500 mil presos e nunca o lulopetismo se importou com eles: afinal, não são petistas e estão presos porque roubaram para si próprios e não para o partido.

O MST pratica terrorismo rural, destruindo plantações e laboratórios de pesquisa agrária, financiado por dezenas de ongs que pegam dinheiro público, e seu grande líder, João Pedro Stédile, que de há muito já deveria estar na cadeia, no próximo dia cinco de maio vai proferir palestra na Escola Nacional de Saúde Pública Fiocruz. O que esse terrorista oficioso tem a dizer sobre o “Modelo de Desenvolvimento e Seus Impactos Socioambientais”, tema da palestra? Afinal, o MST, como está provado, desde a sua fundação só tem gerado favelas rurais que, em grande parte, são responsáveis por uma boa parte do desmatamento ilegal que ocorre no Brasil. Pois é: e tal palestra, assim como a Fiocrus, será bancada com o nosso dinheiro.

Morrem Amarildos, dançarino global, boleiros comem bananas virtuais e ninguém se importa com os mais de 50 mil jovens que morrem anualmente assassinados pelo narcotráfico, sem contar com os mais de 150 mil brasileiros que morrem em nossas estradas, avenidas e ruas. O PT está no poder central há doze anos e nada foi feito para evitar os milhões de brasileiros que já morreram por falta de um plano governamental que impedisse esse holocausto civil.

Olho os lados das ruas para atravessar a faixa de segurança de pedestre e os carros roncam seus motores. Ninguém liga para mim. Ninguém presta atenção na senhora com seus filhos, na moça grávida, no velho com a sua companheira. O Brasil parece uma terra de ninguém, onde vence o mais esperto, onde prospera a impunidade lullopetista para quem tem nove dedos e nenhum apreço a todos os Dez Mandamentos e, muito menos, ao que determina a Constituição Brasileira. E ainda há quem me acusa de ser injusto ao que é claro e irrefutável: o lullopetismo só sobrevive porque o esterco da impunidade é o alimento básico do nosso Congresso Nacional. E a urna é a serventia da casa. É isso.

Bom dia.