Publicado 29 de Abril de 2014 - 9h41

Por Da redação

Chamamento público vai definir qual organização social (OS) administrará o Hospital Ouro Verde pelo período de cinco anos

Cedoc/RAC

Chamamento público vai definir qual organização social (OS) administrará o Hospital Ouro Verde pelo período de cinco anos

Os funcionários do Hospital Ouro Verde de Campinas decidiram em assembleia na manhã desta terça-feira acabar com a greve, que havia começado ontem, em meio à pior epidemia de dengue da história da cidade, com 17 mil casos da doença.

 

A paralisação adiou 32 cirurgias e 28 exames pré-agendados (15 endoscopias e 13 tomografias), que serão reagendadas.

O fim da greve foi decidido depois que a associação Paulista para Desenvolvimento de Medicina (SPDM), terceirizada que dirige o hospital, acatou todas as reivindicações dos grevistas, compostos por enfermeiros e pessoal administrativo.

A SPDM se comprometeu a contratar mais 64 trabalhadores agora e outros 110 nos próximos 30 dias. O compromisso foi feito em audiência conciliadora realizada na tarde de ontem no Ministério Público do Trabalho (MPT). A associação admitiu o déficit dos 174 funcionários, reivindicado pela categoria, que trabalha com sobrecarga.

Comprometeu-se também a disponibilizar dois seguranças para o pronto-socorro.

 

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