Publicado 29 de Abril de 2014 - 12h45

Por Agência Estado

O coronel reformado do Exército Paulo Malhães foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira (25)

Cedoc/RAC

O coronel reformado do Exército Paulo Malhães foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira (25)

O caseiro do tenente-coronel da reserva Paulo Malhães, Rogério Pires, foi preso na manhã dessa terça-feira (29) por participação no latrocínio (roubo seguido de morte) do militar. Ele confessou ter participado do crime durante depoimento aos policiais da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). O delegado William Medeiros, um dos responsáveis pelas investigações dará entrevista coletiva nesta tarde para detalhar o caso, segundo informações da agência estado.

 

Malhães, que há um mês declarou ter participado de prisões e torturas durante a ditadura militar, foi encontrado morto na semana passada, no sítio em que morava, em Nova Iguaçu (Baixada Fluminense).

De acordo com o delegado-titular da DHBF, Pedro Henrique Medina, em entrevista à rádio CBN, Pires se contradisse durante o depoimento. A principal motivação do crime era realmente o roubo das armas e não homicídio por vingança ou queima de arquivo, hipóteses levantadas logo que o militar foi morto no sítio na zona rural de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na quinta-feira (24).

O caseiro, que ficou em um quarto separado da viúva Cristina Batista Malhães e do coronel, não era o homem encapuzado que participou da ação. Os outros dois homens que invadiram a casa já foram identificados, mas os retratos falados ainda não foram divulgados.

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