Publicado 20 de Fevereiro de 2014 - 5h00

Água 1

Rui Tomás Barbosa

Jornalista, Campinas

O mundo passa por uma terrível crise ambiental e as sociedades atuais estão sentindo na pele os problemas provocados por ela ao longo dos anos. O impacto ambiental é um desequilíbrio provocado pelo choque da relação do homem com o meio ambiente e surgiu a partir da evolução humana, ou seja, no momento em que o homem começou a evoluir em seu modo de vida. O maior culpado desses desastres ambientais é o próprio homem, que vem judiando de maneira cruel da natureza. (...) Vou tomar como exemplo a estiagem que vem castigando Campinas e região. Ao invés de criticar, por que esses “tais ambientalistas” não arregaçam as mangas e, em mutirão, fazem uma limpeza geral nos rios da região que estão cheios de lixos? Falar é fácil!

Água 2

André Coutinho

Engenheiro, Campinas

A recente situação de poucas chuvas levou os rios da região de Campinas a um baixíssimo nível de água. No entanto, reportagens deste jornal mostram a sujeira dos nossos rios: garrafas, sacos plásticos, metais, enfim, toda sorte de lixo. Que feio, hein? Cuidamos muito mal de nossa cidade e pelo jeito de nossas próprias vidas. E muita gente sai por aí reclamando das autoridades para o problema ambiental, sendo que nem a nossa parte estamos fazendo. Campinas: muitas escolas, mas pouca educação!

Prestes Maia

Silvio Teixeira Martins

Aposentado, Campinas

A AutoBan já chegou com a marginal da Rodovia Anhanguera até a altura do trevo, próximo à entrada da cidade, o que deve melhorar e muito para quem vem de São Paulo e for entrar em Campinas. Só que os motoristas vão enfrentar os mesmos problemas que enfrentam atualmente, pois a marginal termina justamente no lugar mais crítico de Campinas, ou seja, na entrada da cidade, onde, de manhã e à tarde, motoristas enfrentam um verdadeiro “inferno” para terem acesso à Avenida Prestes Maia. Por que a Prefeitura não dá continuidade ao trabalho que vem sendo feito pela AutoBan, construindo as marginais na referida avenida até a altura da Avenida João Jorge? Tenho certeza de que se assim o fizesse, ao invés de tomar medidas paliativas como vem sendo feito, (e que não darão certo) o trânsito melhoraria muito. (...)

Segurança

Antonio F. Galasso

Cel. ex-cmt do 8º BPMI-I , Campinas

Recentemente aqui no Correio, o vereador Thiago Ferrari desnudou a situação crítica da Polícia Civil de Campinas. Desejo alertar o nobre vereador que a Segurança Pública é sistêmica e interdependente e não adianta salvar do caos um só dos órgãos que a compõe. São eles: a própria PC, a PM, o Ministério Público, o Poder Judiciário e o Sistema Prisional. Se um desses órgãos falhar, compromete gravemente o sistema todo. Sugiro ao vereador que verifique e lute também pela grave situação, igualmente miserável do nosso PM, que recebe o 25º pior salário do País. (...) É uma vergonha para o governo do Estado mais rico do País, que tem um PIB maior do que muitos países da América do Sul. Outubro vem aí, governador.

PT

Wellington Bevilacqua

Assessor de negócios, Campinas

O PT se envolveu em escândalos nos anos em que esteve no poder, mas existem no partido, também em Campinas, pessoas honestas, que trabalham pelo povo. Essas pessoas veem a saída do partido do governo como uma chance de restabelecer o prestígio da sigla, e muitos devem votar contra o governo nas eleições deste ano. É como um pai que tem que castigar seu filho para ensiná-lo. Uma decisão difícil, mas é uma das poucas alternativas do PT ganhar a confiança de um povo revoltado.

Bicentenário

Nelson Francisco de Mattos

Aposentado, Campinas

Memória envolve uma gama enorme de aspectos que representam a pujança de nossa cidade. Um desses aspectos diz respeito aos escritos sobre a história da cidade. Em novembro passado, o acadêmico Rubem Costa publicou obra sobre o Bicentenário de Campinas — A saga que a cidade amou, então comemorado desde 3 de setembro de 1939. Essa publicação enriquece a biblioteca dos campineiros que “garimpam” a história do nosso município. (...) Parabenizo o autor, lembrando o motivo nobre que a referida publicação tem: o resultado da venda será revertido em prol da Associação Campinense de Letras. Excelente trabalho.

 

Tragédia

Milton Cesar de Souza Alves

Monitor social, Campinas

Foi impossível não chegar as lágrimas com a matéria do excelente Rogério Verzignasse sobre a queda da passarela da D. Pedro, entre os Jardins São Marcos e Santa Mônica. Moro no bairro e naquele triste dia fui mais um dos muitos moradores dos bairros que acorreram para o local, para nos depararmos com aquela cena surreal de morte, lágrimas e destruição. Mais uma vez o Correio mostra que é realmente a cara desta cidade, sem perder a memória, mesmo que esta seja triste. Parabéns.

Racismo

Luis Eduardo da Costa

Operador de cobrança, Campinas

Nesta semana foi noticiado em várias mídias um intolerável ato de racismo. Foi contra o jogador Tinga do Cruzeiro. Cada vez que o brasileiro pegava na bola, os torcedores do time peruano imitavam macaco. Até quando isso? Esta é a pergunta que fica. Temos que repudiar qualquer ato de racismo, seja por opção religiosa, cor da pele ou opção sexual. A Fifa tem que agir rápido nesse caso, aplicando penas severas ao time do Peru, servindo assim de exemplo para que isso não venha a se repetir.

Fabio Toledo

Roberto Corrêa

Advogado, Campinas

O eminente articulista Fábio Toledo não foi feliz na abordagem do seu texto publicado neste jornal em 17/2, pois ao citar a Constituição Federal em seu artigo 1º, inciso V, refere-se a pluralismo, mas esquece que esse pluralismo é completado com a palavra “político”, portanto, nada tendo a ver com homossexualismo. O artigo 221, inciso IV da Constituição vigente estabelece o “respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família” e o artigo 226 reza que “a família, base da sociedade, tem a proteção especial do Estado. § 1º o casamento é civil e gratuita sua celebração: § 3º para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. As núpcias “conjunctio maris et feminae omnis vitae” é trimilenar desde o Direito romano que embasa o Direito ocidental, inspirado por sua vez nas Sagradas Escrituras, absolutamente judaico-cristãs.