Publicado 19 de Fevereiro de 2014 - 5h31

Mesmo com o pacote de 2012 para reduzir o custo da eletricidade, o Brasil ainda tem a 11 tarifa mais elevada do mundo, mostra levantamento da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). O valor é 8,8% superior à média de uma lista de 28 países selecionados pela entidade, que mantém uma espécie de “custômetro” da energia permanentemente atualizado. Antes das medidas adotadas pela presidente Dilma Rousseff, o Brasil amargava a 4 posição. A tributação responde por boa parte desse problema. Segundo a entidade, os impostos e contribuições federais e estaduais, mais os encargos setoriais, que são taxas específicas cobradas junto com a conta, respondem por 36,6% do total da tarifa. (Agência Estado).