Publicado 21 de Fevereiro de 2014 - 5h00

A Prefeitura de Campinas abriu uma licitação para contratar a empresa que fará o estudo da implantação da energia limpa no Palácio dos Jequitibás. A ideia do atual governo é colocar placas e painéis solares na fachada e lajes no prédio do Executivo e na Biblioteca Municipal num projeto estimado em R$ 4,7 milhões. O estudo vai custar R$ 130 mil. Segundo o secretário de Administração, Silvio Bernardin, o projeto deve ficar pronto em seis meses.

 

Complicou

 

A reprovação das contas da Câmara de 2009, período em que Aurélio José Cláudio (PDT) ocupava a Presidência da Câmara, complica a vida do PDT. Isso porque o partido já estava meio sem nome em Campinas para lançar um candidato a deputado estadual. Apesar de Aurélio negar, sua presença no pleito era levada a sério entre os pedetistas. Caso a reprovação seja mantida após a análise do recurso, Aurélio terá dificuldades com sua candidatura.

 

Sem assunto

 

Os vereadores de Campinas não perdem a mania de aproveitar reuniões públicas para aparecer. Não foi diferente nesta quinta-feira (20) no encontro que tratou o projeto de lei das desapropriações de prédios abandonados. Luiz Lauro Filho (PSB) e Gilberto Cardoso, o Vermelho (PSDB), apareceram, deram opiniões genéricas sobre o assunto e foram embora. As discussões, contudo, continuaram intensas.

Alfinetada

 

O vereador Zé Carlos (SDD) não perdeu a chance de dar uma boa alfinetada no governo durante a audiência na Câmara. Ele não está nada satisfeito com a decisão do governo de dar a Secretaria de Planejamento ao PCdoB e lamentou a saída de Ulysses Semeghini que segue para a Sanasa. “Infelizmente está deixando a secretaria, vai fazer muita falta”, ironizou.

Sem cargos

 

O partido de Zé Carlos, apesar de integrar os aliados do governo e um dos que não possui cargos no primeiro escalão. Mas os parlamentares acumulam suas indicações nas Administrações Regionais e em alguns outros setores do Executivo.

Quem domina?

 

A secretária de Habitação, Ana Maria Amoroso, que assumiu a chefia da pasta em janeiro, ainda está econômica em suas palavras. Na audiência desta quinta ela falou pouco, embora os problemas com moradia em Campinas sejam muitos. A sua nomeação foi polêmica entre os servidores da secretaria. Muitos creditam a ela a função de testa de ferro de outro integrante do PPS João Leopoldino, que seria o mandante da secretaria.

Para fiscalizar

 

A ex-vereadora Marcela Moreira comemorou o fato de ter sido sorteada na premiação da Nota Fiscal Eletrônica de Campinas. Ela ganhou um tablet. “Fiquei surpresa com o sorteio. O tablet vai ser bem útil para que eu continue meu trabalho cidadão de fiscalização do Executivo. Com certeza irei recebê-lo e continuarei brigando para que nossos impostos sejam idoneamente utilizados pela Prefeitura”, disse.

 

O título

 

Após a polêmica sobre a entrega do título de Cidadão Campineiro para o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT) - proposta aprovada na Câmara - o petista agradeceu publicamente Campinas pela homenagem e disse ter ficado “tocado” com a homenagem. “Sinto-me muito honrado. Foi em Campinas que eu me formei médico e iniciei minha militância e carreira política. Tenho muito carinho por esta cidade e me sinto muito feliz com a homenagem”, afirmou. Padilha é pré-candidato ao governo do Estado.

 

COLABOROU BRUNA MOZER/AAN