Publicado 19 de Fevereiro de 2014 - 16h25

Imagem publicada no Twitter mostra miss sendo resgatada em uma motocicleta após ser baleada em um protesto

Reprodução/Twitter

Imagem publicada no Twitter mostra miss sendo resgatada em uma motocicleta após ser baleada em um protesto

Novamente a Venezuela é palco de um crime que chocou o País e, novamente, envolvendo uma miss do Pais latino-americano. Génesis Carmona, de 23 anos, Miss Turismo de Carabobo em 2013, foi baleada na cabeça durante a noite da última terça-feira (18) quando participava de um protesto na cidade de Valencia.

 

A estudante foi socorrida em estado crítico e levada para o hospital por manifestantes. Ela foi internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde morreu na tarde desta quarta-feira (19). A equipe médica que atendeu a miss informou que a bala não pode ser removida do crânio por ser de alto calibre. 

 

Génesis participava de uma manifestação em apoio ao opositor venezuelano Leopoldo López, preso após se entregar durante uma marcha. Uma das exigências dos manifestantes era exatamente mais segurança nos campus e País em geral.

 

Testemunhas afirmam que o incidente aconteceu quando um grupo de motoqueiros armados passou pelos manifestantes e abriu fogo contra a população. Sem apoio médico profissional, a miss foi levada para a unidade médica por um homem em uma motocicleta.

 

Poucos minutos após o incidente, várias imagens foram postadas na internet mostrando a miss sendo socorrida, entubada no hospital e a radiografia de seu crânio. Além dela, outros nove manifestantes ficaram feridos.

 

Outra miss baleada

 

Em janeiro deste ano, outra beldade venezuelana foi baleada em uma suposta tentativa de assalto quando seu carro quebrou em uma estrada do mesmo Estado onde a miss turismo foi baleada na Venezuela, em Carabobo. Mónica Spear Moots e seu marido, Thomas Henry Berry foram executados a tiros por bandidos e o crime foi descrito pelo presidente Nicolás Maduro como um "massacre".

 

O diretor da Polícia Científica (CICPC), José Gregorio Sierralta, disse à imprensa que as vítimas foram atacadas supostamente por cinco homens, logo no momento em que acabavam de entrar em seu veículo que seria rebocado por um caminhão-guincho na estrada entre Puerto Cabello e Valencia.

 

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