Publicado 02 de Dezembro de 2013 - 12h35

Eu fumo, mas não sofro quando tenho que ficar horas a fio dentro de um avião sem poder dar umas boas tragadas. Mas há quem se desespere diante da alegria de viajar para longe, mas para isso, ter de ficar sem algumas doses de nicotina.

O problema para quem tem o hábito é que a cada dia se fecha o cerco contra o fumo. Atualmente, poucos aeroportos têm espaços para fumar e em alguns países, acender um cigarro na rua gera multas. Para não ficar na fissura, uma dica é o chiclete, ou a pastilha, ou ainda, o adesivo de nicotina. Não é o mesmo que fumar, é claro, mas evita que o organismo sinta falta da substância e acabe gerando um estresse ainda maior do que o causado por uma viagem de avião.

Outra dica que funciona é dormir. Assistir a um filme depois da refeição sempre ajuda a dar um soninho. Então é o momento certo de se acomodar e tirar uma longa soneca. E se for possível, o melhor mesmo é cair no sono profundo e acordar horas depois, já próximo do destino.

Não estou aqui incentivando ninguém a fumar e acredito, que o ideal seja mesmo a conscientização sobre os malefícios do fumo. Porém, este papel não me cabe e a decisão é de cada um. Procuro, através deste texto, oferecer alguma alternativa para amenizar o desconforto de quem tem o hábito de fumar.

E por fim um aviso: jamais tente burlar o detector de fumaça de uma aeronave. Quando alguém é pego fumando dentro de um avião,pode ir preso, além de pagar uma multa astronômica. Prejuízo desnecessário.

Eduardo Gregori é editor de Turismo do Correio Popular.