Publicado 09 de Agosto de 2013 - 14h00

Por Paulo Santana

Betão (D) durante partida do Dínamo de Kiev

France Press

Betão (D) durante partida do Dínamo de Kiev

O zagueiro Betão chegou todo empolgado com a nova casa e, mesmo sem jogar uma partida oficial há dois meses, foi logo se colocando à disposição do técnico Paulo César Carpegiani para estrear o quanto antes. Depois de cinco anos na Europa, onde atuou pelo Dínamo de Kiev, da Ucrânia, e Évian, da França, o jogador revelado na base do Corinthians e com passagem pelo Santos, afirma estar superfeliz por poder retornar ao Brasil.

Segundo ele, haviam duas propostas, mas o desejo de retornar do Brasil para poder ficar próximo da família falou mais alto. "Tiveram muitas especulações, mas a proposta da Ponte foi a única concreta e com papel timbrado aqui no Brasil. Achei que a Ponte seria o melhor caminho. Por isso, tive a rápida aceitação por ser clube de tradição e pelo desejo de voltar ao mercado" , afirmou.

A última vez que entrou em campo foi na final da Copa da França, no dia 31 de maio, quando seu time perdeu o título para o Bordeaux, com derrota por 3 a 2, e gol a um minuto do final. "Nunca tive problema com peso e estava fazendo algum trabalho físico. Acredito que no próximo domingo (18), diante do Goiás, no Majestoso, esteja pronto" , confia.

Betão chega para suprir a saída de Cleber, negociado com o Corinthians, para reforçar o setor e reduzir a média de gols sofrido que hoje é 1,4 por partida. Mesmo assim, ele defende os companheiros e concorrentes por vaga. "Atacante que erra 10 finalizações e acerta uma sai de campo como herói. O zagueiro que acerta mil e erra uma sai como vilão. Já estou bastante maduro para administrar esta situação de pressão" , disse.

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Paulo Santana