Publicado 25 de Agosto de 2013 - 5h00

Carlos Alberto Marchi de Queiroz, prof. de Direito, Campinas

Cedoc/RAC

Carlos Alberto Marchi de Queiroz, prof. de Direito, Campinas

Carlos Alberto Marchi de Queiroz

Prof. de Direito, Campinas José Vieira, em seu artigo A maçonaria e o jovem brasileiro, Correio, A2, 20/8, conclama a juventude a iniciar hoje o Brasil de amanhã. Efetivamente, no dia 20 de agosto de 1822, a maçonaria, no Rio de Janeiro registrou em ata a decisão dos brasileiros de se separarem de Portugal. Trata-se de sua maior efeméride. Naquele dia, prevaleceu a vontade de José Bonifácio sobre a criação do Império do Brasil, vencendo Gonçalves Ledo, que propunha a implantação da República, a exemplo do Paraguai,da Argentina, do Chile, do Peru, do Uruguai, que já eram países republicanos. No dia 2/9, a princesa Leopoldina, regente, aconselhada por José Bonifácio, sancionou o decreto da Independência. No dia 7, o jovem Pedro de Alcântara (…) proclamou a Independência, (…) promulgando publicamente a decisão de sua esposa, iniciando o Brasil de hoje. Dias depois, o príncipe, (..) autocraticamente, fechou a maçonaria, na qual era Grão Mestre, lição que não deve ser imitada pela juventude.