Publicado 27 de Agosto de 2013 - 18h48

Por Da redação

Coletivo caiu nas imediações do Terminal Central ao lado da Praça Quebra Ossos

Thiago Fonseca/Correio Popular

Coletivo caiu nas imediações do Terminal Central ao lado da Praça Quebra Ossos

O circular que caiu do Viaduto Miguel Cury no Centro de Campinas em julho, matando um passageiro, estava acima da velocidade permitida, segundo informações dadas na tarde desta desta terça-feira (27) pelo delegado Renato Villar, do 1º Distrito Policial, responsável pela investigação do caso. O ônibus estava a 56 km/h na hora da batida, sendo que a velocidade permitida para o trecho é de 30 km/h. Ao entrar na Avenida João Jorge, a velocidade era de 75 km/h.

O motorista será indiciado por homicídio culposo e por lesão corporal dos feridos, mas alega inocência, afirmando que o veículo derrapou. No dia do acidente, chovia em Campinas. Caso seja condenado por homicídio culposo, poderá pegar de dois a quatro anos de prisão; já por lesão culposa, poderá pegar de seis meses a dois anos de detenção.

O acidente matou o porteiro José Antônio da Silva, de 45 anos. A tragédia ocorreu no dia 23 de julho, por volta das 5h30, e causou pânico entre os 40 passageiros da linha 1.17 (DIC- Rótula), que fazia a primeira viagem do dia.

O coletivo caiu do viaduto sobre um carro estacionado na rua Cônego Cipião, bem em frente à entrada do Terminal Central, um dos locais mais movimentados do Centro da cidade. O porteiro foi arremessado para fora do veículo durante a queda e morreu.

(Com informações de Luciana Félix/AAN)

 

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