Publicado 15 de Julho de 2013 - 5h00

Lagoa

Henry Charles Ducret

Advogado, Campinas

Crítica construtiva: é lamentável o que ocorre diante de nossos olhos. Não interessa aos administradores a educação, pois esta abriria os olhos para a triste realidade: nosso cartão postal é vítima de salafrários; os motores dos bondes, alegria das crianças, foram surrupiados; as madeiras da caravela tiveram o mesmo destino; o pseudo desassoreamento inexistiu, mas foram gastos milhões e jogados nos ralos; o kartródomo desapareceu; as aves raras morreram; o observatório não funciona e os usuários ficaram sem os bancos de granito na entrada principal, onde eram contados os “causos” e história de Camipinas. São atos e fatos. Acordem para a realidade, o povo agradece.

Marco histórico

Jorge Melli Jr.

Consultor e gestor, Campinas

Parabenizo o deputado Guilherme Campos pela emenda parlamentar para reforma e manutenção de um dos principais marco histórico de Campinas que é o mausoléu aos combatentes de 32. Agradeço como neto de combatente, cidadão campineiro e eleitor deste nobre deputado.

Empreedimentos

Fabio Lima

Estudante, Campinas

A reportagem do dia 10/7 sobre a alteração na Lei de Uso e Ocupação do Solo mostra uma tentativa da Prefeitura de Campinas para solucionar o problema na aprovação dos projetos de construção civil. Porém, o grande obstáculo para a Administração continua sendo a falta de funcionários para analisar os projetos dos empreendimentos. Parece que o prefeito Jonas Donizette prefere economizar com profissionais nessa área. Quem perde com isso é a própria Prefeitura que poderia aumentar a arrecadação de impostos com mais empreendimentos regulares em Campinas. (...)

Leitura

Walter Aprile

Aposentado, Campinas

Estamos vivendo a plena era da informática, em que valorizam mais os computadores, e é com imensa satisfação que vejo meu amigo dr. Francisco Fernandes de Araújo, poeta, escritor e juiz de Direito aposentado, comemorar seus 100mil livros doados à população em seu projeto “Um livro por um sorriso”. É muito gratificante ver alguém interessado na cultura, valorizar toda riqueza que um livro traz. Com seus 100 mil livros doados, umas 500 mil pessoas vão ler. No momento em que a cultura é posta em segundo plano por nossos governantes, temos um exemplo de quem enfrenta com galhardia esse percalço que vem sofrendo a cultura em nosso País! Parabéns, dr. Francisco!

Viracopos

Denise Maricato

Professora, Campinas

Campinas solicita a intervenção do prefeito Jonas Donizette em Brasília. Jonas Donizette, eleito pelos campineiros e autoridade máxima desta cidade e ex-deputado federal, poderia intervir na Câmara dos Deputados e exigir que se faça a vontade de Campinas: que não se mude o nome de nosso Aeroporto de Viracopos, mas caso haja uma obrigatoriedade para tal, que se consulte a população, que haja uma votação. Prefeito, se seu amor por Campinas for verdadeiro, como diz ser, como líder desse movimento de protesto, eu lhe peço que seja nosso porta-voz e que use seu poder político para fazer a vontade do povo e lhe seremos gratos.

Sindicalismo

Oswaldo Baptista Pereira Filho

Aposentado, Campinas

É inadmissível o Paulinho da Força Sindical, processado e condenado por improbidade administrativa, continuar à testa da central sindical e ser tratado com toda deferência pela mídia. Se fosse um País sério, esse “senhor” estaria na cadeia. Está mais do que na hora de acabar com essa mamata que é o imposto sindical, que tornou a abertura de sindicatos um grande investimento (para os líderes, lógico), chegando a ser disputado à bala, como recentemente na Capital paulista. Ninguém quer largar o osso. Pequenos sindicatos, grandes negócios.

Saúde

Wellington Bevilacqua

Assessor de negócios, Campinas

Recentemente vi em uma propaganda eleitoral que foi construído um hospital para cachorros em São Paulo. Não acho que essa verba foi bem investida. O dinheiro público tem que ir para hospitais para atender a população. Só falta contratarem psicólogos para cuidar dos bichinhos.

Protesto 1

Belmiro Ortolano Filho

Comerciante, Campinas

Era uma vez um gigante que dormia num castelo encantado. Estava anestesiado com altas doses de punção corruptível, sedativos da malandragem e soro da enganaçao. De repente, a plebe resolveu acordá-lo com passeatas, gritos, faixas e quebradeira. A rainha, assustada,vestiu sua capa vermelha, sacou de sua varinha mágica de estrelinhas e convocou seus 39 grãos-duque e mais centenas de súditos. (…) Disse-lhes: “Vamos fazer um pacote cheio de guloseimas e todos vocês vão ajudar-me a enrolá-las. (...)”. O tempo foi passando. O gigante acordou, mas não se levantou. A plebe acalmou-se. Está desenrolando as guloseimas da rainha, porém, preocupados, pois poderao tornar-se os anões adormecidos.

Protesto 2

Jorge Augusto Bacha

Prof. Aposentado, Campinas

Na virada do século, época de mudança, via o Brasil como um barco à deriva, em alto mar, sem saber onde iria ancorar. Depois de 13 anos, vejo que o comando de nossos dias já não pertence somente às notícias dos jornais e televisão e sim à internet que conseguiu e consegue movimentar a grande massa do povo, apesar do desinteresse de alguns. Parabéns pelo movimento dos protestos organizados e pacíficos. Gostaria de pedir que incluíssem na lista das revindicações a diminuição do número de cargos políticos, seus salários e a aposentadoria precoce (8 anos de trabalho sem limite de idade). O servidor comum trabalha tanto ou muito mais e necessita de 30/35 anos para se aposentar juntamente com a idade, 60/65 anos.

Protesto 3

Wedson Prado

Aposentado, Valinhos

Passada a Copa das Confederações em que a Seleção Brasileira surpreendentemente deu um show de bola, assisti recentemente um novo espetáculo, que não futebolístico, que deu também um show. Inicialmente, com a bandeira de reduzir em apenas R$ 0,20 o preço das tarifas de ônibus, grupos de internautas colocaram na rua milhões de brasileiros, que insatisfeitos com a política adotada em oito anos de governo, sacudiram todo o País, deixando todos os políticos em alerta geral. No Dia Nacional de Luta, organizado pelas entidades sindicais, assisti a uma derrota similar à sofrida pela Seleção espanhola. Ainda vivendo os tempos áureos de comando nacional, sentiram na pele a falta de adesão de várias categorias. Se pudéssemos colocar em disputa as duas manifestações, o placar final não poderia ser outro: 10 x 0 para aqueles que levaram a bandeira da dignidade.