Publicado 10 de Julho de 2013 - 17h05

Por Agência Estado

As principais concessionárias do Estado preveem medidas pontuais para minimizar os problemas que a manifestação pode causar em suas estradas

Cedoc/RAC

As principais concessionárias do Estado preveem medidas pontuais para minimizar os problemas que a manifestação pode causar em suas estradas

Mesmo com a ameaça das centrais sindicais em paralisar trechos de rodovias paulistas nesta quinta-feira (11), no Dia Nacional de Luta, as principais concessionárias do Estado preveem medidas pontuais para minimizar os problemas que a manifestação pode causar em suas estradas.

Como a coordenação do movimento de trabalhadores não divulgou quais rodovias terão o trânsito interrompido, as empresas afirmam que as ações consistirão em monitorar o movimento e informar o usuário sobre eventuais problemas.

Este é o caso do Grupo Arteris (antiga OHL Brasil), que controla quatro concessionárias de rodovias paulistas e duas de estradas federais que passam pelo Estado de São Paulo. A companhia afirmou, via assessoria de imprensa, que vai informar os usuários sobre bloqueios por meio de painéis de mensagens, boletins de tráfego e sinalização nas pistas.

A EcoRodovias, dona das concessionárias que administram o sistema Anchieta-Imigrantes e o corredor Ayrton Senna-Carvalho Pinto, afirmou que as operações seguirão normalmente, com apoio da Polícia Rodoviária para qualquer eventualidade.

Dono de concessões da Rodovia Presidente Dutra, do sistema Anhanguera-Bandeirantes, do Rodoanel Mário Covas e do sistema Castelo Branco-Raposo Tavares, entre outras estradas paulistas, o Grupo CCR informou que não prevê ações especiais, porque ainda não há confirmações de quais trechos serão alvo dos manifestantes.

A Força Sindical divulgou que pelo menos sete rodovias do Estado terão trechos interrompidos pelos trabalhadores.

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