Publicado 14 de Julho de 2013 - 5h00

Moacyr Castro

AAN

Moacyr Castro

Duvido que os espiões americanos saibam aonde enfiaram o Lulla, para fugir das manifestações. Lulla & (más) companhias. Também nunca souberam que saqueadores do poder roubavam o povo de Campinas. E demoraram, como demoraram, para sumir! Sumir? Olho neles! Uma mulher rouba um pão e vai presa. Esses, donos do dinheiro tomado, estão por aí. Justiça valente. Estouram caixas eletrônicos todo dia e ninguém descobre. Nem a poderosa CIA.

Dois estudantes ousaram salvar a bandeira paulista hasteada na madrugada do Nove de Julho no mastro de uma agência bancária, aqui em Ribeirão. Foram presos com ela nas costas. Eu os aplaudiria, por tirar o sagrado pavilhão das treze listras de duas péssimas companhias: uma bandeira do Brasil e um banco. O auriverde pendão da terra de ninguém, bafejado, beijado, balançado e ameaçado pela brisa do nazismo, logo terá vermelhas (de vergonha) suas estrelas brancas. Falando nisso, já sabem quem mandou matar seo Toninho e o prefeito de Santo André?

Aonde introduziram o cumprimento das promessas de campanha do seo Jonas? No momento em que mal traço estas linhas, nossa repórter lança chamas, Patrícia Azevedo, me dá conta de que quebra o pau contra essa omissão do s eu Jonas, lá no Campo Belo, palco favorito de suas juras de amor pelo povo. Os espiões americanos juram que não sabem nem viram – e dá para imaginar com quem eles aprenderam não saber nem ver?

Pergunte na Casa Branca se sabem onde está seo Pagano, nosso Chico Amaral. Veja se eles respondem onde foi parar o dinheiro do VLT, o Veículo (mão) Leve sobre Trilhos. Diga aí, seo Obama, cadê aqueles 300 quilos de cocaína que estavam sob custódia da nossa valente polícia? Ainda não descobriu o paradeiro do motorista assassino da primeira vítima da revolta do povo contra os políticos? De onde veio parte dos tijolos para construir o Majestoso? Consta no saco de maldades bugrinas que dava para fazer outra Escola de Cadetes. Com ajuda do mestre Gustavo Murgel, mais arguto do que qualquer agente da CIA, do SNI e da KGB, sabe-se que foram estudantes da Politécnica que tiraram o busto do Adhemar de Barros da Via Anhanguera e jogaram na porta do “Correio Popular”, ali na Conceição.

Nunca é demais lembrar: por que o barão Geraldo de Resende se matou? Dizem que tomou um copo de veneno que estava em cima do piano da sede fazenda -- daí a música (incrível: modinha infantil que canta suicídio). Foi minha espiã favorita que me contou: o diplomata César Bierrenbach também se matou, porque a filha do chefe, barão do Rio Branco, não lhe dava bola. Ela também viu quem deu onze punhaladas em Bibiana, mãe do maestro Carlos Gomes, no largo do Mercadão. Ele tinha oito anos. E o professor maior da nossa literatura musical, Alexandre dos Santos Ribeiro, nos corrige: não foi o enciumado marido Maneco Músico, o vilão da história. Naquela mesma hora, Jerimunda e Maneco jogavam xadrez no Cultura Artística.

Pregado no poste: “Campinas, há 239 anos honrando a Humanidade”