Publicado 11 de Julho de 2013 - 17h59

Servidores públicos foram até o Palácio Rio Branco para protestarem por melhores condições de trabalho

Guto Silveira/Gazeta de Ribeirão

Servidores públicos foram até o Palácio Rio Branco para protestarem por melhores condições de trabalho

Os servidores municipais fizeram no final da manhã e início da tarde desta quinta-feira (11) uma manifestação pacífica por melhores condições de trabalho. Cerca de 80 pessoas se concentraram em frente ao Instituto de Previdência dos Municipiários (IPM) e caminharam até o Palácio rio Branco, sede da Prefeitura Municipal, onde foram atendidos por secretários municipais e apresentaram suas reivindicações.

A maioria dos manifestantes, no entanto, integra a diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais (SSM), responsável pela convocação do ato. A intenção da entidade era promover uma greve dos servidores em adesão ao dia de luta marcado para esta quinta-feira, mas aparentemente poucos servidores paralisaram suas atividades. Pelo menos dois secretários municipais disseram que se houve paralisação não foi em percentual que prejudicasse a população.

Segundo Wagner Rodrigues, presidente do SSM, os servidores reivindicam o pagamento de 47% do Prêmio Incentivo, já acertado nas negociações deste ano e ainda não pago, regulamentação do Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS), definido na data base do ano passado, criação de um programa habitacional para os servidores, fim da terceirização na administração e contratação por concurso.

Eles pedem ainda a criação do cargo de agente escolar, implantação do PCCS da Guarda Civil Municipal (GCM), criação da jornada única na educação infantil, regulamentação da jornada de 12x36 horas, regulamentação do pagamento de insalubridade e que os cargos de confiança do segundo escalão para baixo sejam ocupados por servidores concursados, em funções gratificadas.

Os secretários Jamil Albuquerque (Governo) e Marco Antonio dos Santos (Administração) receberam os sindicalistas e falaram sobre a possibilidade de atendimento das reivindicações. “As questões serão solucionadas, mas precisamos medir os desdobramentos que elas terão, por isso peço tolerância e paciência para que possamos construir juntos as soluções”, disse Marco Antônio.