Publicado 08 de Abril de 2013 - 17h06

Por Agência Estado

Plenário do Fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, onde vinte e seis policiais militares serão julgados, a partir desta segunda-feira (8), pelo caso que ficou conhecido há mais de 20 anos como o massacre do Carandiru

Agência Brasil

Plenário do Fórum da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, onde vinte e seis policiais militares serão julgados, a partir desta segunda-feira (8), pelo caso que ficou conhecido há mais de 20 anos como o massacre do Carandiru

O julgamento do massacre do Carandiru foi remarcado para o dia 15 de abril. Uma das juradas passou mal e teve de ser atendida, impossibilitando o continuação dos trabalhos. Dessa forma, o conselho de sentença, formado por sete jurados, teve de ser dissolvido. Na próxima segunda-feira (15), os trabalhos serão retomados às 9h, no Fórum da Barra Funda.

O julgamento havia começado por volta das 11h, com a presença de 24 dos 26 réus acusados pela morte de 15 pessoas no dia 2 de outubro de 1992 na Casa de Detenção de São Paulo - a ação ficou conhecida como o massacre do Carandiru. Sete jurados foram sorteados para compor o conselho de sentença, sendo cinco mulheres e dois homens.

Por volta de 12h20, após a leitura das peças de acusação e defesa, o julgamento foi interrompido para almoço. Um pouco antes, a jurada passou mal e teve de ser atendida. Sem o retorno dela, o juiz José Augusto Marzagão anunciou a dissolução do júri.

A ausência de familiares das vítimas e manifestações de ativistas chamou a atenção durante a abertura da sessão.

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