Publicado 10 de Novembro de 2012 - 12h59

O caso do roubo de documentos confidenciais ficou conhecido como

FRANCE PRESS

O caso do roubo de documentos confidenciais ficou conhecido como "Vatileaks"

O tribunal do Vaticano condenou nesta sábado a dois meses de prisão com suspensão ao técnico em informática Cláudio Sciarpelletti, acusado de cumplicidade com o mordomo do Papa, Paolo Gabriele, no roubo de documentos confidenciais, no segundo julgamento do chamado "Vatileaks".

O promotor havia solicitado quatro meses de prisão para Sciarpelletti, de 48 anos, casado, cidadão italiano e sem antecedentes criminais. A pena foi reduzida a dois meses após a consideração de circunstâncias atenuantes, como a cooperação do acusado com a justiça e a ausência de antecedentes criminais.