Publicado 11 de Novembro de 2012 - 19h06

Por Agência Estado

Para a lateral-esquerda, Muricy confirmou o interesse no Eron, que fez um bom jogo pelo Atlético-GO na vitória sobre o Santos no sábado

France Press

Para a lateral-esquerda, Muricy confirmou o interesse no Eron, que fez um bom jogo pelo Atlético-GO na vitória sobre o Santos no sábado

O Santos ainda tem três jogos para disputar no Brasileiro, mas, sem qualquer objetivo na competição, os dirigentes trabalham para reforçar o elenco para 2013. As posições são conhecidas. O técnico Muricy Ramalho deseja, no mínimo, um lateral-esquerdo, um meia e um atacante.

O nome preferido para o ataque é o de Robinho. O atacante do Milan é o sonho de consumo do presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro. E o Santos pode até abrir mão de uma promessa para contratá-lo.

Segundo o jornal italiano Gazzetta dello Sport, o Santos envolveria Felipe Anderson na negociação. O meia desconversa. “Não chegou nada oficial pra mim, estou bem concentrado no Santos. Ouvi falar, mas estou bem focado aqui”, afirmou.

Para a lateral-esquerda, Muricy confirmou o interesse no Eron, que fez um bom jogo pelo Atlético-GO na vitória sobre o Santos no sábado. “É um jogador que acompanhamos faz tempo”, disse o técnico.

Diego Souza e Renato Augusto foram oferecidos para substituir Ganso. O problema são os valores. “As pessoas sabem que é o momento do Santos contratar, então é normal, querem aproveitar”, reclama Muricy.

Muricy evitou lamentar a derrota do Santos para o lanterna Atlético-GO, na noite de sábado. Para o treinador, seu time ficou devendo, principalmente no segundo tempo, e “não mereceu sorte melhor” no placar final.

“Acho que em um todo, o Santos jogou bem, até tomar o gol de empate. Depois, paramos no campo. Não merecíamos melhor sorte”, avaliou o treinador, em entrevista ao Sportv.

Ao contrário das últimas rodadas, Muricy minimizou a influência da arbitragem no resultado da partida. “É difícil falar de arbitragem, porque senão a gente põe toda a culpa neles”, disse o técnico, que só lembrou de um lance, envolvendo o jovem Victor Andrade. “Aquela entrada no Victor Andrade foi perigosa, poderia ter machucado o menino. O rapaz entrou forte. Ainda bem que ele subiu um pouquinho e só o pegou no alto”, declarou.

Mesmo contido, Neymar também cutucou a arbitragem, ao citar faltas sofridas fora do lance. “Tomar chute na cabeça, pontapé... Essas coisas não podemos aturar”, reclamou.

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