Publicado 28 de Novembro de 2012 - 11h38

Por Agência Estado

Andrés Sanchez tentou explicar a demissão do treinador da Seleção Brasileira

Cedoc/RAC

Andrés Sanchez tentou explicar a demissão do treinador da Seleção Brasileira

Andrés Sanchez não é mais o diretor de seleções da CBF. Nesta quarta-feira pela manhã, ele confirmou seu pedido de demissão em carta ao presidente da entidade, José Maria Marin, após perder força no cargo com a saída do técnico Mano Menezes. Na ocasião, o ex-presidente do Corinthians foi voto vencido ao opinar a favor da permanência do treinador.

 

Andrés não escondeu ter ficado contrariado com demissão de Mano Menezes, ocorrida na última sexta, e na segunda-feira admitiu que a "tendência" era de que ele deixasse a CBF. Na terça, no entanto, o dirigente amenizou o discurso e, em entrevista à TV Bandeirantes, indicou que poderia continuar no cargo.

 

Uma reunião entre o ex-presidente corintiano e Marin deveria ter acontecido na última terça-feira, mas foi adiada pelo mandatário da CBF. A dificuldade em falar com o comandante da entidade, aliás, teria irritado Andrés nos últimos dias, a ponto de ele informar seu pedido de demissão através de uma carta.

 

A saída de Mano Menezes foi a gota d'água para a saída do dirigente, mas ele já estava enfraquecido no cargo desde que Marin assumiu a CBF. Andrés era homem de confiança de Ricardo Teixeira e perdeu força com sua queda, em março.

 

Ex-presidente do Corinthians, Andrés foi contratado no final do ano passado para o cargo de diretor de seleções. Na época, ele chegou a ser apontado como nome forte para substituir Ricardo Teixeira no comando da CBF. Na última segunda, o dirigente não descartou a possibilidade de concorrer à presidência da entidade em 2014.

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