Publicado 25 de Novembro de 2012 - 14h53

Essa foi a sexta vez na temporada, que as equipes paulistas se enfrentaram

Leandro Ferreira/AAN

Essa foi a sexta vez na temporada, que as equipes paulistas se enfrentaram

A Medley/Campinas abriu sua participação na Superliga Masculina de Vôlei 2012/13 da melhor forma possível: venceu com categoria o Vôlei Futuro, neste domingo (25/11), no Ginásio do Taquaral. A equipe campineira fez 3 sets a 0, com parciais de 25/22, 25/21 e 25/21, em menos de 1h30 de jogo. O troféu Viva Vôlei para o melhor do confronto foi para Rivaldo. Com a vitória, Campinas comprova a superioridade em cima do Vôlei Futuro neste ano. Foram seis vitórias em seis duelos – além do deste domingo, quatro pelo Paulista e um pelos Jogos Abertos.

Os times trocaram pontos no começo do 1º set, mas o tempo técnico no 8º ponto fez bem para Campinas, que voltou forçando no saque e abriu cinco pontos. Mesmo errando mais, a Medley desestabilizou o Vôlei Futuro, que chegou a ficar sete pontos atrás. No final do set, os jogadores de Araçatuba chegaram a reagir, levando o placar para 19/18, mas pararam no bloqueio e perderam por 25/22, em 29 minutos.

A melhor chance do Vôlei Futuro veio no 2º set. A equipe adversária começou na frente, chegando a abrir 9/13. Após arrumar a defesa, a Medley apareceu no final da parcial e virou em 21/20. Mais uma vez, o bloqueio fez a sua parte e o time caminhou para 25/21, em 30 minutos.

O 3º set, mais uma vez, começou equilibrado e chegou a sua metade empatado. Entraram em cena Rivaldo, maior pontuador com 20 acertos, e Jurquim, responsáveis pela vitória na parcial, forçando o saque e o ataque. A defesa de Araçatuba não segurou a pressão e Campinas levou 26 minutos para concluir a vitória com 25/21.

“Foi um início muito bom, claro. Porém, mais do que a vitória, a maneira como o time se portou e como os meninos souberam segurar a partida representa um crescimento. Certamente, o bloqueio e a defesa fizeram a diferença”, explica o técnico Marcos Pacheco. Em relação ao susto no 2º set, Pacheco credita ao nível equiparado. “Superliga é isso, se você der brecha, o time adversário cresce e o jogo fica complicado”. Para Rivaldo, o grupo como um todo fez a diferença. “Em alguns momentos, um ou outro pode até se destacar, mas sem uma equipe consistente, o resultado não teria vindo.”