Publicado 29 de Novembro de 2012 - 8h50

Por Maria Teresa Costa

Um dos laboratórios do CTI em Campinas: posto avançado em Atibaia será inaugurado em janeiro

Cedoc/RAC

Um dos laboratórios do CTI em Campinas: posto avançado em Atibaia será inaugurado em janeiro

O Centro de Tecnologia de Informação (CTI) Renato Archer vai formar projetistas especializados emcircuitos integrados para uso em satélites, foguetes e diversas aplicações espaciais. Para isso, inaugura, em janeiro, em Atibaia, um núcleo avançado de pesquisa e desenvolvimento, em parceria com Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Laboratório de Sistemas Integrados (LSI) da Universidade de São Paulo (USP). O CTI será o líder do núcleo de pesquisa, que receberá R$ 20 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O usuário desses circuitos será o Inpe, que utilizará esses dispositivos eletrônicos nos equipamentos operados pela instituição na órbita terrestre.

O diretor do CTI, Victor Pellegrini Mammana, disse que a unidade de Atibaia terá papel importante para o avanço científico na área de circuitos integrados. “Esses circuitos precisam ter uso viabilizado no espaço, onde a radiação cósmica danifica os dispositivos”, afirmou. O líder do projeto é o pesquisador do CTI Saulo Finco. A opção pela instalação da unidade em Atibaia, explicou Mammana, deve-se à necessidade imediata de iniciar os trabalhos. O parque tecnológico que está sendo implantado no CTI, num investimento de R$ 15 milhões, só ficará pronto em 2013.

O parque científico do CTI está credenciado no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec) e pode se beneficiar dos incentivos fiscais oferecidos pelo programa Pró-Parques. O programa visa apoiar e dar suporte a iniciativas inovadoras, atrair investimentos e gerar novas empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica.

 

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Maria Teresa Costa