Publicado 27 de Novembro de 2012 - 8h53

Por Maria Teresa Costa

A Prefeitura de Campinas suspendeu ontem a licitação que deveria ser aberta hoje para a prestação de serviços de implantação, operação e manutenção de sistema de tratamento de resíduos de serviço de saúde. Duas liminares foram concedidas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) à Associação Interbrasileira de Investidores em Energia e Recursos Renováveis (Abrinter) e à empresa Saneamento Ambiental e Ecológico (Sanecol), que alegam que a licitação está viciada e restringe o número de empresas participantes.

A Prefeitura vai recorrer para poder dar destino às 18 toneladas mensais de resíduos hospitalares da cidade. O contrato será de 48 meses e com valores de R$ 23 milhões. Atualmente, o sistema de tratamento dos resíduos hospitalares é feito pelo Consórcio Tecam, que também cuida de toda a operação dos demais tipos de resíduos no município.

A empresa recolhe os rejeitos de hospitais, farmácias, clínicas veterinárias e odontológicas e encaminha para um aparelho de desinfecção no aterro sanitário Delta A. Lá os resíduos passam por um aparelho de micro-ondas, é triturado e passa por injeções de vapor d’água. Após passar por uma sessão de ondas eletromagnéticas, o material inerte é encaminhado para o aterro.

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Maria Teresa Costa