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Publicado 07/07/2019 - 18h24 - Atualizado 07/07/2019 - 18h38

Por Daniel de Camargo

Estudante em aula prática: período integral oferece atividades que envolvam raciocínio e criatividade

Divulgação

Estudante em aula prática: período integral oferece atividades que envolvam raciocínio e criatividade

O Colégio Lyon Campinas nasceu em 1999 para trilhar o caminho da continuidade ao trabalho desenvolvido na Educação Infantil pela Escola Brasinha, instituição de ensino que pertence ao mesmo grupo. Nas palavras da diretora de projetos, Maricélia A.B.P. Saragiotto, sua fundação é fruto de sonhos compartilhados.
“Pais, alunos, professores e diretores desejavam dar prosseguimento na Educação oferecida pela Brasinha (desde 1979), que sempre visou uma abordagem humana, embasada no afeto, na livre expressão e na formação cidadã”, comentou a educadora, completando que o foco é prover um ensino de qualidade, com um olhar individualizado, ênfase no inglês e em novas tecnologias.
Nesse contexto, Maricélia assegura que, primeiramente, o intuito é reforçar os laços que unem os professores e alunos de ambas as escolas, fortalecendo o senso de pertencimento além da continuidade à proposta pedagógica e a filosofia humanista partilhada pelas instituições.
A.M, que prefere não se identificar, tem uma filha de 6 anos, Beatriz, que estuda no Lyon. “A princípio a minha escolha inicial não era pelo Lyon”, disse, recordando que queria matricular a criança em um colégio maior. Contudo, a filha estudava na Brasinha, e alguns amigos dela estavam indo para o colégio. Então, decidiu conversar com outras mães que já tinha filhos mais velhos no Lyon. “A opinião foi unânime: essas mulheres adoravam o colégio, os filhos também, e tudo o que amavam na Brasinha encontraram no Lyon”, frisou. “Quando fui conhecer gostei da estrutura e do material didático”, disse. “Sim, o colégio é menor, mas tudo é muito bem organizado, além das atividades do período integral serem extremamente legais e educativas”, pontuou. A mãe informa que sua filha estuda há um ano no Lyon. No período, a criança teve inclusive educação financeira, fato elogiado por ela. “Todos da equipe são incrivelmente atenciosos e recebem as crianças diariamente com muito carinho”, enfatizou. “Eu recomendo”, finalizou.
Sala maker
Em parceria com a Little Maker, empresa que desenvolve temáticas que visam potencializar o aprendizado de forma significativa embasada no conceito de Aprendizagem Criativa, o Colégio Lyon Campinas preparou um ambiente especial, a Sala Maker. No espaço, os estudantes de período integral terão aulas e realizarão atividades que envolvam raciocínio e criatividade totalmente na língua inglesa. Os de meio período também utilizarão a estrutura durante as aulas Maker e Turing (programação), conforme propostas das apostilas do projeto educacional UNOI, utilizado pela instituição. A diretora de projetos do Lyon, Maricélia A.B.P. Saragiotto, esclarece que a cultura maker apresenta a ideia de que qualquer pessoa consegue construir, consertar ou criar seus próprios objetos. “Com a revolução digital e a facilidade de acesso aos recursos tecnológicos, esse conceito vem tomando conta de um grande número de crianças interessadas em criar e compartilhar projetos pautados pela tecnologia”, disse. Essa cultura, de acordo com a educadora, torna a escola um amplo espaço para experimentação e prática do conhecimento, trabalhando inovação, engajamento, cooperação e empatia. }
Competições
O Colégio Lyon Campinas oferece a oportunidade de o aluno participar de diversas competições acadêmicas entre elas a Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA), Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), entre outras. As olimpíadas escolares são competições, realizadas por meio de provas, compostas por professor e aluno, que estimulam e desafiam os participantes a terem mais conhecimento sobre os conteúdos. Essa disputa ocorre dentro da própria escola, e no final os alunos recebem certificados e medalhas de premiação. “Para este ano a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ofereceu 90 vagas para vencedores em competições ligadas às áreas como matemática, física e robótica: o objetivo desta universidade é atrair os melhores estudantes”, destaca a diretora de projetos do Lyon, Maricélia A.B.P. Saragiotto.

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Daniel de Camargo