Publicado 08/06/2019 - 06h00 - Atualizado 07/06/2019 - 14h49

Por Do Correio

Uma das muitas

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Uma das muitas "casas" de Vila Ipê

VILA IPÊ: SÓ O NOME EVOCA BELEZA
O nome, na realidade, é sugestivo. Lembra flor e lembra árvores IPÊ, tão brasileira e tão luminosa na forma e na cor que foi árvore escolhida para simbolizar o Brasil. Mas VILA IPÊ difere muito que o nome sugere. É antes um local ilhado entre zonas rurais, Vila Hípica, Fazenda Tapera, Fazenda Mataréu, Chácara Paraíso. Bem no centro, lá está a pobre VILA IPÊ algumas casas de alvenaria, pobres e simples, ladeando estradas cheias de buracos. Caminhos que se transformam em lodaçais intransitáveis na estação das chuvas, e repletos de poeira no tempo de seca. E justamente estas vias de comunicação precaríssimas só buracos, lama e poeira, conforme o tempo, impedem que o progresso atinja Vila Ipê. Porque sem estradas, como é possível haver intercomunicação e conforto para os moradores.
 
JD. STA. EUDÓXIA: BAIRRO PEDE ATENÇÃO
Nesta série de reportagens, que apresentam um retrato sem retoque dos bairros de Campinas, temo-nos deparado com uma série de regiões, periféricas, no mais das vezes, onde os melhoramentos públicos estão demorando exageradamente a chegar. Mas, ao menos, condições mínimas de vida pode-se observar na maioria destes núcleos. Todavia, há ocasiões em que a situação torna-se quase que calamitosa. Centenas de famílias, populações particularmente compostas por crianças vivendo em núcleos totalmente abandonados. Esta é a situação do Jardim Santa Eudóxia, um bairro que pede atenção. O Jardim Santa Eudoxia é relativamente novo. Há poucos anos foi desenvolvido o loteamento.
 
NOVAS CIDADES PARA OS ESTADOS UNIDOS
Uma comissão de alto nível de funcionários públicos selecionados em todas as repartições do governo recomendou a construção de 110 novas cidades, nos próximos 33 anos. Dez dessas cidades seriam suficientemente grandes pura abrigar não menos de 1 milhão de habitantes. As restantes seriam projetadas para populações de cerca de 100 mil habitantes. As dimensões das novas cidades respondem às estimativas de aumentos demográficos previstos para o ano 2000, de aproximadamente 100 milhões de pessoas. O relatório foi preparado pela Comissão Nacional de Crescimento Urbano.

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