Publicado 29/04/2019 - 18h04 - Atualizado 29/04/2019 - 18h10

Por Henrique Hein/AAN

Os últimos casos foram registrados em 2017, quando nove macacos foram confirmados com a doença

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Os últimos casos foram registrados em 2017, quando nove macacos foram confirmados com a doença

Além do aumento no número de casos de Dengue na cidade, o Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) também confirmou ontem que um caso positivo de febre amarela em um macaco foi identificado em Campinas. O animal foi encontrado morto na região Sul da cidade, próximo a um bosque que pertence ao Guarani, em 20 de março. As amostras enviadas para exame no laboratório do Instituto Adolfo Lutz, confirmaram a existência do caso de febre amarela no município.
Diante da ocorrência, a Secretaria de Saúde informou que iniciou uma série de medidas na região, que incluem pesquisa entomológica (de mosquitos) para ver se há presença de mosquitos silvestres na região. Além disso, a Administração também deu andamento a ações educativas e reforço na orientação para que as pessoas que nunca tomaram a dose contra a febre amarela procurem qualquer um dos 66 centros de saúde para se vacinar. Em caso de contraindicação à vacina, a orientação é o uso de repelente.
Desde o ano 2000, foram aplicadas 1.228.761 doses da vacina contra febre amarela em Campinas. Este foi o primeiro macaco com febre amarela identificado em 2019. Os últimos casos foram registrados em 2017, quando nove macacos foram confirmados com a doença. Em humanos, Campinas registrou dois casos da doença: o primeiro, autóctone, em 2017; e o segundo, importado, em 2018. "Importante ressaltar que embora o macaco tenha sido encontrado em uma área urbana, a doença ocorreu na forma silvestre. Portanto, não há transmissão urbana da febre amarela em Campinas" , informou em nota a Prefeitura.

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Henrique Hein/AAN