Publicado 27/04/2019 - 06h00 - Atualizado 26/04/2019 - 14h43

Por Do Correio

Autoridades comparecem no I.C. Nipo-Brasileiro

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Autoridades comparecem no I.C. Nipo-Brasileiro

I.C. NIPO-BRASILEIRO INAUGUROU NOVA SEDE
Realizou-se ontem, a primeira etapa das cerimônias inaugurais da, nova sede do Instituto Cultural Nipo-Brasileiro, de Campinas, à rua Camargo Paes, 118. O programa, rico em atrações, teve início às 10 horas, com a bênção das instalações pelo arcebispo-metropolitano, Dom Antonio Maria Alves de Siqueira, seguida de visitação pelos convidados das novas dependências. A seguir, na parte oficial, presentes representantes do corpo diplomático do Japão, de entidades congêneres de todo o Estado, além da alta cúpula da administração municipal, discursou apresentando a nova sede, e dedicando-a aos associados, o presidente do ICNB, Kinju Wada. Após as alocuções, teve lugar um coquetel, oferecido aos convidados pela diretoria.
 
MELHORIAS URBANAS PARA A CIDADE
Embora o prefeito Orestes Quércia haja se mostrado disposto a cumprir um programa reduzido de obras públicas, de molde a atender, apenas, as urgentes e prioritárias, como aconteceu em entrevista à imprensa, em face da apertada situação do erário municipal, vereadores continuam a indicar melhoramentos urbanos, alguns enquadrados entre aqueles que a administração não pretende atacar. Vejamos uma nova série de indicações entregues à Mesa da Câmara para o envio ao Executivo, fora as numerosas que já temos consignado em nossas colunas 25 do sr. Orestes Segállio, pleiteando rêde de água no Jardim Itamarati.
 
SITUAÇÃO NO LÍBANO PODE SE AGRAVAR
Os líderes políticos libaneses buscam febrilmente hoje um compromisso capaz de conciliar as diversas posições sôbre o caso da Palestina e o dos comandos, a fim de evitar que se agrave a atual divisão dos libaneses. Numerosas entrevistas de dirigentes políticos ocorreram ontem e prolongaram-se durante à noite até muito tarde, chocando-se as diversas posições. Uma parte da opinião pública libanesa reclama uma total liberdade de ação e de deslocamento para os comandos palestinianos, que dependeriam dêsse modo exclusivamente dos dirigentes de suas organizações.

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