Publicado 26/04/2019 - 06h57 - Atualizado 26/04/2019 - 06h57

Por Do Correio

A Secretária do Bem Estar Social

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A Secretária do Bem Estar Social

OS PROBLEMAS DO BEM ESTAR SOCIAL
Esclarecendo as dificuldades encontradas para dirigir a política do bem estar de Campinas, planejada pelo prefeito Orestes Quércia, a secretária de Bem Estar Social da Municipalidade, profa. Marília Martorano Amaral, concedeu ontem entrevista coletiva à imprensa campineira. Na oportunidade afirmou a titular daquela pasta que os poucos meses de existência, agravada esta situação por outras circunstâncias que não deseja a titular da secretaria declinar, resultaram que a Secretaria do Bem Estar Social ainda vive em verdade momentos de implantação, organizando-se administrativamente de maneira séria, procurando ajustar tudo nos verdadeiros lugares, medidas essas que por vêzes desagradam aqueles imbuídos dos melhores propósitos de seriedade.
 
BRASIL FALA SÉRIO NA REUNIÃO DO BID
Na Quarta Assembléia de Governadores do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que se realiza presentemente na Guatemala, o representante do Brasil, sr. Ernani Galvêas, presidente do Banco Central, afirmou energicamente que "a década do desenvolvimento foi um fracasso. Em nenhum momento cumpriu o compromisso subscrito na ONU, de garantir uma contribuição financeira importante com base numa parte da renda nacional dos países ricos, para superar as dificuldades dos países menos favorecidos e diminuir a grande brecha que separa o mundo entre os que gozam das comodidades da civilização e dos bens do mundo, e dos que apenas abrigam o desejo ou a ilusão de chegar a tê-los um dia".
 
CRISE NO LÍBANO: MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA
Israel desmentiu hoje que se oporia pela força à instalação no Líbano de um governo favorável aos movimentos de resistência palestinianos, como o deram a entender informações procedentes do exterior. O porta-voz da chancelaria israelense em Jerusalém declarou hoje a France-Presse: "Israel não afirmou nunca, nem advertiu ao Líbano, direta ou indiretamente, que não toleraria a subida ao poder, em Beirute, de um governo favorável aos "fedayin" e que não retrocederia ante uma intervenção militar", insistiu-se hoje aqui em que a posição do governo israelense era e continua sendo de não intervenção.

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