Publicado 21/04/2019 - 06h00 - Atualizado 19/04/2019 - 14h59

Por Do Correio

Escola Conselheiro Antônio Prado

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Escola Conselheiro Antônio Prado

JARDIM SANTA MÔNICA COMEÇA A CRESCER
Quem toma a Estrada dos Amarais, como se rumasse para o Aeroclube de Campinas, vai encontrar bem em frente a este campo de pouso, um bairro, pequeno, com algumas dezenas de residências. É o Jardim Santa Mônica, núcleo residencial que esta começando a se formar, e que, ao que tudo indica, dentro de muito pouco tempo, será um verdadeiro centro habitacional de primeira grandeza de Campinas. Há alguns anos, menos de dez casas constituíam o núcleo que começa agora a progredir. O resto era mato, ou melhor, um loteamento à espera de compradores. Os terrenos, baratos, poderiam ser comprados com grandes facilidades. Quem ainda não tinha sua casa própria, estava pensando seriamente em construí-la, não esperou por melhores condições.
 
"CENTRO DE CONVIVÊNCIA MARACANÃ DA CULTURA"
O superlativo é do arquiteto Geraldo Jurgensen. O seu entusiasmo pelo que virá, a ser o Centro de Convivência, não tem limites. Para êle, o conjunto arquitetônico, depois de concluído, será o "Maracanã" da cultura e da arte. Isso foi o que o repórter ouviu, ao iniciar a série de entrevistas com pessoas representativas do mundo cultural e artístico de Campinas, sôbre a paralisação das obras daquele Centro localizado na Praça Fluminense.
 
BRASÍLIA: A IDÉIA DE SUA CRIAÇÃO DATA DE 150 ANOS
Data de mais de cento e cinquenta anos a idéia da fixação da capital brasileira em lugar central. Essa idéia foi expressa primeiramente pelos conjurados da Inconfidência Mineira; tempos depois pelos da Confederação do Equador, em 1824, para "fundar em local fértil e sadio, abundante de água, uma cidade central para capital, que pelo menos distasse quarenta léguas da costa do mar". Foi o visconde de Porto Seguro, que em 28 de julho de 1857, dirigiu ao govêrno imperial, uma exposição dizendo das inconveniências da capital na orla do mar, expondo-se ao ataque de navios beligerantes. Dela resultou o aditivo que deu origem ao artigo 3.o da Constituição Federal de 24 de fevereiro de 1891.

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