Publicado 12/03/2019 - 06h00 - Atualizado 11/03/2019 - 14h43

Por Do Correio

Estes tipos são os mais comuns, atualmente compondo o acervo do Museu de História Natural do Bosque dos Jequitibás

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Estes tipos são os mais comuns, atualmente compondo o acervo do Museu de História Natural do Bosque dos Jequitibás

MORCEGOS: UM PROBLEMA URGENTE NO CAMBUÍ
Uma ameaça de proporções que ainda não podem ser perfeitamente determinadas está ameaçando parte do Cambuí, do centro da cidade e do Bosque: morcegos de diversas espécies tem sido vistos em grandes bandos, de considerável porte em diversas zonas destas regiões da cidade, densamente povoadas. A ameaça maior reside principalmente no fato de serem os morcegos transmissores de doenças contagiosas como a raiva e infecções pulmonares, e que pela potencia do vírus, podem ser propagadas apenas por um contato indireto com o pequeno animal noturno. Há focos principais de concentração de morcegos: uma alta arvore, muito copada, na confluência das ruas Conceição e Maria Monteiro, e nas ruas arborizadas existentes nas proximidades, diariamente centenas de morcegos procuram alimentos.
 
ESTÍMULO ÀS CRIANÇAS PARA A MÚSICA
Afirmando reconhecer que Campinas possui muitas casas de arte e conservatórios que forjam músicos, mas sustentando que, apenas, uma classe privilegiada pode pagar matriculas e mensalidades, o vereador Anatole Brasil Noronha Sales, em ultima reunião da Câmara, mostrou a necessidade de se estimular, também, as vocações que vicejam na alma dos humildes e, portanto, sem recursos para desenvolver os seus pendores artisticos. Assim, com argumentos baseados nessa tese, apresentou uma indicação ao Prefeito no sentido de ser criado um Conservatório Musical Infantil Municipal. Por sua vez, o presidente Lindenberg da Silva Pereira encaminhou, também, propositura ao Chefe do Executivo, solicitando estudos que possibilitem a instalação da Orquestra Sinfonica Jovem Municipal.
 
BRASIL (ANTES DE 64) ERA PAÍS SEM RUMO
"A Revolucão de 1964 se destinou a extirpar do país todas as formas de subdesenvolvimento político, econômico e social nos quais a corrupção e subversão constituíam na época o aspecto mais dramático e evidente, mas não o único". Esta afirmativa está constante na aula inaugural em que o ministro Beltrão proferiu ontem na Escola Superior de Guerra por delegação do presidente Costa e Silva. Dizendo que no inicio de 64 o país estava na iminência não apenas do colapso político, mas também do econômico, o ministro do Planejamento afirmou que a Revolução não encontrou apenas a corrupção e subversão instaladas no Brasil.

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