Publicado 28/02/2019 - 06h00 - Atualizado 27/02/2019 - 14h50

Por Do Correio

A Biblioteca Municipal de Campinas tem novas e modernas instalações no térreo da sede do Executivo, onde tem um acervo de 25 mil livros

Reprodução

A Biblioteca Municipal de Campinas tem novas e modernas instalações no térreo da sede do Executivo, onde tem um acervo de 25 mil livros

BIBLIOTECA MUNICIPAL EM NOVAS INSTALAÇÕES
A Biblioteca Municipal de Campinas, orgão da Secretaria da Educação e Cultura que funciona atualmente em dependências do Palácio dos Jequitibás, tem novas e modernas instalações no térreo da sede do Executivo, onde os 25 mil livros que compõem o acervo das secções circulante, permanente e infantil daquela casa de cultura. As dependências, amplas, arejadas, dotadas de excelente iluminação já compõe parte da área que no projeto original do novo paço, destinavam-se já à Biblioteca Municipal, que em futuro próximo deverá ocupar toda a ala térrea direita do grande prédio. O numero de usuários da biblioteca é cada vez maior. Desde que mudou-se da Secretaria da Educação na av. Saudade para o centro da cidade, o índice percentual aumento em já mais de 905% em proporção ao período anterior.
 
TERRAS IMPRODUTIVAS SERÃO DESAPROPRIADAS
O presidente da República assinou ontem à tarde o Ato Institucional N.o VIII, que trata da implantação da Reforma Agrária no País. Segundo o documento, as desapropriações serão feitas por via administrativa, cabendo apenas à Justiça apreciar quanto ao valor das indenizações fixadas de acôrdo com critérios estabelecidos pelo govêrno. Na mesma oportunidade, o presidente Costa e Silva assinou três outros decretos-leis, estruturando o Instituto Brasileiro de Reforma Agrária e o Instituto Nacional de Desenvolvimento Agrário, criando as associações para a Reforma Agrária e determinando as desapropriações por interêsse social. O ministro da Agricultura afirmou que não serão atingidos pelo Ato.
 
EUA TÊM COMPROMISSO DE DEFENDER BERLIM
O Presidente Richard Nixon confirmou hoje, nesta cidade, o solene,compromisso dos Estados Unidos de defenderem a liberdade de Berlim Oeste, num discurso pronunciado perante os operários das fábricas Siemens. O presidente norte-americano expressou simultaneamente a esperança de que, por via de negociações, chegaria a ser superado o "statu-quo" que não consideramos satisfatório, ao mesmo tempo que a divisão da nação alemã e da Europa. O chefe da Casa Branca declarou textualmente a seguir: A presença de um presidente dos Estados Unidos em Berlim, pouco tempo depois da visita do Primeiro Ministro Britanico, tem valor simbólico.

Escrito por:

Do Correio