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Publicado 14/02/2019 - 06h00 - Atualizado 13/02/2019 - 14h42

Por Do Correio

Aqui os baixos do Viaduto Miguel Vicente Cury, em Campinas. Muita coisa tem que ser colocada em ordem

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Aqui os baixos do Viaduto Miguel Vicente Cury, em Campinas. Muita coisa tem que ser colocada em ordem

AS FACETAS DO VIADUTO MIGUEL VICENTE CURY
Não há quem já tenha passado por Campinas que não conheça o Viaduto Miguel Vicente Cury, o orgulho da engenharia da cidade, e também o cartão de visitas desta. Sempre que algum campineiro vai mandar um postal para um parente, ou mesmo um conhecido que mora distante, não exita em escolher um cartão que estampe o "monstro de concreto", o Viaduto Miguel Vicente Cury. Quem passa pelo recanto durante o período da manhã, não deixa de notar que, dezenas de crianças se divertem, entre sorrisos e gritos, no parque infantil ali instalado. É uma beleza. As mães, sentadas nos bancos, tricotando, e os filhos brincando com outras crianças, iniciando suas primeiras amizades. Algumas chegam a formar grupinhos e vão até a beira do lago artificial para ver os gansos que com aquele ar de nobreza, nadam calmamente.
 
BRASIL ASSISTIRÁ LANÇAMENTO DA APOLO-9
O ministro Carlos Furtado de Simas falou ontem aos jornalistas para anunciar a inauguração, no dia 28 dêste mês, da Estação de Rastreamento de Satélites no cidade fluminense de Tanguá. Revelou o ministro que o fato colocará o Brasil entre as potências mundiais que estão na liderança das comunicações internacionais. O titular das Comunicações revelou que a entrada em ação da estação foi antecipada de algum tempo graças ao cumprimento de cronogramas do seu Ministério através da Embratel. Afirmando que o ano de 69 é o das Comunicações, prosseguiu o ministro: estaremos no dia 28 vindouro inaugurando a estação de satélites, ligando o Brasil às Américas e à Europa.
 
BATALHA DO VALE DE A SHAU, NO VIETNÃ
Dez mil fuzileiros navais norte-americanos esperavam hoje que se dissipasse a neblina reinante para iniciar nas montanhas próximas ao vale de A Shau, uma importante batalha. Os fuzileiros, que estão levando a cabo a operação "Dewey Canyon", ocupam posições numa frente de dez quilômetros que domina todo o vale, não longe da fronteira com o Laos. Somente quando melhorarem as condições meteorológicas poderão os norte-americanos lançar-se ao ataque para travar o que um oficial qualificou de "a última grande batalha do Vietnã".

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