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Publicado 09/01/2019 - 06h00 - Atualizado 08/01/2019 - 14h34

Por Do Correio

Muitas máquinas e homens trabalham para que o Anel Viário de Campinas fique pronto em dois anos

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Muitas máquinas e homens trabalham para que o Anel Viário de Campinas fique pronto em dois anos

É A CONSTRUÇÃO DO ANEL VIÁRIO DE CAMPINAS
Se você fôr a Barão Geraldo, Paulínia, ou mesmo Cosmópolis, vai notar que, bem próximo a primeira cidade, ou melhor ao Distrito campineiro, muitas máquinas e homens trabalham em ritmo acelerado, na construção de uma grande estrada. Trata-se do Anel Viário de Campinas, cuja principal vantagem será a de oferecer aos viajantes, acesso mais fácil e rápido às nossas estradas, através de um traçado que evitará o trânsito pelo centro da cidade, de veículos que demandem a outras cidades. Aquelas obras que os senhores vêm quando vão a Barão Geraldo, estão orçadas em dez milhões de cruzeiros novos e deverão estar concluídas dentro de dois anos, aproximadamente. Constam dessa monumental obra, uma série de trevos além de uma praça rotatória, que será construída ao mesmo tempo, de custo igual, servindo para interligar a rodovia Campinas-Via Dutra.
 
NOVAS CASSAÇÕES SAIRÃO NO DIA 16
O presidente da República convocou reunião do Conselho de Segurança Nacional para o próximo dia 16, no Palácio Rio Negro, quando serão examinadas novas sanções de mandatos e outras matérias de ordem política nacional. No dia 15 também haverá, no Palácio Rio Negro, reunião Ministerial conforme informação do ministro Delfim Neto, quando será abordada a programação financeira para o corrente exercício, contenção de despesas em todos os ministérios, coordenação e encaminhamento de projetos de decretos-leis. O ministro da Fazenda, que ontem despachou juntamente com o ministro Hélio Beltrão, informou que foi assinado decreto-lei, igualando o pagamento do Imposto de Renda das ações nominativas às ações ao portador.
 
DE GAULLE JUSTIFICA O EMBARGO DE ARMAS
O general de Gaulle anunciou hoje em Paris que a França teve que tomar uma decisão urgentíssima, ao impôr um embargo total aos armamentos franceses destinados a Israel. O porta-voz governamental que deu conta da intervenção do general de Gaulle ante o Conselho de Ministros, reunido esta manhã, disse que mediante a decisão do embargo o general de Gaulle quer evitar uma aplicação do conflito e a instalação do caso sangrento no Oriente Médio.

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